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Dilma está perdida. Marcelo Odebrecht entregou provas de seus encontros e repasses de propina para a petista



A ex-presidente Dilma Rousseff está apavorada e escondida. Todo mundo imaginava que a delação do empresário Marcelo Odebrecht poderia representar uma tragédia na vida da petista, mas ninguém imaginava que o estrago seria tão devastador e providencial. Desde a prisão do príncipe dos empreiteiros, Dilma perdeu o pouco que restava de sua popularidade, perdeu seu cargo de presidente da República, perdeu o direito a foro privilegiado e se encontra totalmente vulnerável a processos na Justiça.

O calvário de Dilma está apenas no começo, garantem analistas. A petista está prestes a começar a enfrentar as consequências de seus atos ilícitos cometidos ao longo dos últimos anos, quando se encontrava protegida pelo manto do poder e da impunidade.

Em seu depoimento ao ministro Herman Benjamim, do Tribunal Superior Eleitoral, o empresário Marcelo Odebrecht não apenas confirmou que repassou milhões em propina para Dilma. O executivo afirmou que Dilma sabia de tudo, que foi alertada por ele sobre os riscos da Lava Jato descobrir todo o esquema criminoso e ainda entregou provas materiais sobre tudo que revelou a Justiça Eleitoral.

O executivo forneceu e-mails, comprovante de viagens que fez para se encontrar com Dilma, documentos que comprovam negociações para aprovação de Medidas Provisórias, registros de repasses de valores, codinomes e locais de entrega de propina. Cumprindo as exigências impostas pela lei de delação, todos os depoimentos de Marcelo Odebrecht e demais executivos do Grupo que testemunharam sobre os crimes da petista foram corroborados por provas materiais substanciais.

O problema é que todo este material entregue a Justiça Eleitoral também faz parte da delação do grupo homologada pela presidente do Supremo Tribunal Federal, STF, ministra Cármen Lúcia. É tudo legal e ensejou a procuradoria-geral da República a formular pedidos de inquérito que forma encaminhados ao relator do processos da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin. Ao acolher os pedidos, inclusive aqueles contra o ex-presidente Lula, o relator deve encaminhar os processos imediatamente para a 13ª Vara Federal de Curitiba, que tem como titular o juiz federal Sérgio Moro.

Isto significa que os problemas de Dilma não estão restritos a Justiça Eleitoral, onde ela pode ter seus direitos políticos cassados por oito anos. A petista também enfrentará processos na primeira instância e responderá por seus crimes como um réu comum, sem qualquer tipo de imunidade. 
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