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Dilma é mesmo azarada. De nada adiantou sujeira para preservar direitos políticos. Acabou delatada, sem foro e com Moro



A ex-presidente Dilma Rousseff saiu-se como uma vitoriosa da votação no Senado que culminou em seu impeachment. A petista, que tinha como certa a cassação de seu mandato, apostou todas as suas fichas na preservação de seus direitos políticos a partir da jogada suja do fatiamento da votação no Senado. A manobra de Dilma contou com o apoio da bancada petista no Senado e a conivência do presidente da Casa, Renan Calheiros e do então presidente do STF, Ricardo Lewandowski.

O propósito de se sujeitar a mais uma exposição negativa com a manobra espúria que violou a própria Constituição já era bastante claro para Dilma e para o PT aquela altura do campeonato: a petista previa que seria alvo de uma delação devastadora no âmbito da Operação Lava Jato por parte dos executivos da Odebrecht.

Dilma, que havia fracassado na tentativa de livrar Marcelo Odebrecht da prisão, sabia que as consequências para ela e para o PT seriam funestas.  Era previsível que se tornaria alvo de pedidos de inquéritos, como de fato já ocorreu, e que enfrentaria processos na Lava Jato, sem a prerrogativa do foro privilegiado.

Foi justamente por este motivo que Dilma se arvorou do apoio de aliados igualmente comprometidos para conseguir preservar seus direitos políticos e poder se abrigar em algum cargo eletivo antes que seus processos chegassem a ser julgados. Bastava concorrer a um cargo de deputada federal pelo Acre e pronto. Com foro privilegiado, seus processos deveriam subir para o STF, onde poderiam ser protelados por décadas.

Mas tudo acabou dando errado e de nada adiantou tanto sacrifício, tantos acordos espúrios e tantas falcatruas. A petista está prestes a perder seus direitos políticos na ação que corre contra ela no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sua situação se complicou com aquilo que já era previsto: além do uso de laranjas  e do esquema de lavagem de dinheiro com gráficas fantasmas, o empresário Marcelo Odebrecht confirmou ao ministro do TSE, Herman Benjamim, que praticamente toda a campanha de Dilma foi financiada com dinheiro roubado e que ela sabia de tudo o tempo todo.

Dilma fica sem foro e com Moro. 
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