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Dias Toffoli defende manobra dos corruptos para manter Congresso podre. Mais um golpe na democracia e nos brasileiros



O ex-advogado de PT ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, defendeu nesta segunda-feira (20) aquilo que pode ser o maior golpe dos parlamentares investigados na Operação Lava Jato:  a adoção do modelo de lista fechada para as próximas eleições.

A proposta de mudar a forma como como são eleitos os deputados federais, estaduais e vereadores no país, para um sistema de "lista fechada" é defendida por todos os mais de 80 políticos que constam na lista de pedidos de abertura de inquéritos que o procurador-geral da República, Rodrigo Janto, Enviou ao STF. Nesse modelo, os eleitores votam apenas no partido em vez de escolherem candidatos avulsos, e os votos são depois distribuídos de acordo com uma ordem de candidatos previamente definida pela legenda. Isto significa tirar das mãos dos brasileiros o poder de renovar este Congresso podre da atualidade e garantir a permanência dos mesmos políticos no poder por mais quatro ou oito anos, no caso dos senadores.

Desta forma, o PMDB reconhece a "prioridade" a gente mais suja que pau de galinheiro, como Renan Calheiros, Romero Jucá e Eunício Oliveira. O PT também conseguiria eleger seus parlamentares alvos de inquéritos, de processos no STF e de investigações na Lava Jato, como os senadores Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e outros corruptos que estão com os dias contados na política, mantendo-se o modelo atual de votação.

O petista Dias Toffoli defendeu mais este golpe na democracia e nos brasileiros visando proteger seus antigos companheiros dos tempos em que atuava como advogado do PT. "Claramente esse (atual) sistema está falido. Ele leva à possibilidade de compra de votos, ele leva a uma fragmentação política cada vez maior no sentido de um maior número de partidos sendo criados, isso leva a um governo de cooptação, e não de coalização. Então o que temos é realmente repensar e mudar esse sistema o quanto antes", disse o ministro a jornalistas, depois de participar do Seminário Internacional sobre Sistemas Eleitorais, na sede do TSE.

Na avaliação do ministro, cabe ao Congresso Nacional discutir o melhor modelo a ser adotado no Brasil. Para Toffoli, o sistema de lista fechada pode ser uma opção, mas não definitiva. "Ela (a lista fechada) pode ser uma saída, um teste provisório para ver como é que funciona. Não definitivo, mas num momento de transição do atual sistema", comentou Toffoli, visando dar sobrevida ao atual Congresso podre.

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