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Delatada pela OAS, Marina quer que Dilma tenha direitos políticos cassados. Chegou a hora da vingança



A ex-petista Marina Silva vê na ação que corre no Tribunal Superior Eleitoral a sua grande oportunidade de vingança conta a ex-presidente Dilma Rousseff. Durante entrevista ao jornalista Mário Sérgio Cont, do programa Diálogos, da GloboNews, a Líder da Rede Sustentabilidade não poupouo a ex-colega de partido. Marina defendeu que o TSE deve cassar os direitos políticos de Dilma e punir exemplarmente seus atos de corrupção envolvendo o uso de dinheiro roubado da Petrobras em suas campanhas.

Marina chamou a atenção para a fraude eleitoral de Dilma e afirmou que "Justiça não é vingança, Justiça é reparação e o Brasil está pagando um preço muito alto por toda esta corrupção", para justificar a necessidade da cassação dos direitos políticos da petista, conforme já é esperado.

Dilma foi delatada pelo executivo Marcelo Odebrecht, que confirmou ao ministro do TSE, Herman Benjamim, que a petista coordenava o esquema milionário de propina que irrigou suas campanhas eleitorais e afirmou ter repassado perto de R$ 300 milhões ao PT.

O sujo falando do mal lavado

O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, se comprometeu com os procuradores a falar do caixa dois que irrigou a campanha de Marina Silva à Presidência em 2010. O ex-executivo afirmou que o pedido de propina  foi feito por Guilherme Leal, um dos donos da Natura, candidato a vice-presidente de Marina naquela eleição. Para complicar a vida de Marina,  o TSE não tem registro de qualquer doação da OAS para sua campanha.

Marina deixou o PT em 2009, após 24 anos no partido. A Líder da Rede não se conformou com o fato de ter sido preterida por Lula, que escolheu Dilma como sua sucessora. 
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