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Caixa 2 de políticos vinha até de venda de carne podre e eles ainda querem anistiar o crime?



Há poucos dias, o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, prestou depoimento ao juiz Sérgio Moro como testemunha de defesa de Antonio Palocci e tentou defender o crime de caixa 2 praticado por políticos ao afirmar que a questão da caixa 2 no Brasil são históricas, estruturais.

Palocci está preso desde setembro de 2016, quando foi deflagrada a 35ª fase da Lava Jato, acusado justamente de ter praticado crime de caixa 2 por ter recebido propina do grupo Odebrecht, em troca de ajuda para que a empresa firmasse um contrato com a Petrobras. Segundo investigadores, parte do dinheiro foi destinada ao PT, que recebeu na forma de doações eleitorais, entre outras.

"A caixa 2 inclusive, vale dizer, daquilo que vejo, é uma prática recorrente e nem sempre ela agasalha a corrupção. Às vezes, ela é uma questão em que ela é desenvolvida de maneira de que o empresário doa esse dinheiro e você processa na caixa 2, muitas vezes em algumas campanhas sem que efetivamente saiba a origem. Então há situações distintas, a corrupção tem uma característica, a caixa 2 tem outra. Às vezes, a caixa 2 é utilizada sim pra receber recursos de corrupção, mas às vezes não", disse Cardozo.

"Veja, tudo é ilegal. Mas é importante precisar qual é a ilegalidade que se coloca. Caixa 2 é ilegal, é, é recriminável, é, eticamente reprovável, é, mas não se confunde necessariamente com corrupção ou lavagem de dinheiro. Pode se confundir, pode. É frequente até que isso ocorra, sim. Pelo menos, é isso que se sabe ao longo da história brasileira. Agora, que são coisas diferentes, sem sombra de dúvidas são", completou o ex-ministro  na maior cara dura.

Isoladamente, o PT foi o partido que mais recebeu dinheiro do Grupo JBS-Friboi, um dos envolvidos no esquema de venda de carne adulterada revelado pela Polícia Federal na Operação "Carne Fraca". O delegado da Polícia Federal, Maurício Moscardi Grillo, um dos comandantes da Operação que investigava o esquema criminoso há mais de dois anos, afirmou que, no âmbito das investigações da Operação Carne Fraca, constatou-se que partidos políticos estariam envolvidos no recebimento de propina no esquema ilegal estabelecido entre fiscais públicos e as empresas do setor alimentício.

Acompanhe abaixo a opinião do advogado e companheiro de passeios pela Europa de Dilma:

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