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Balde de água fria nos petistas. Marcelo Odebrecht confirma que Lula e Dilma são ladrões e inocenta Michel Temer



O empresário e ex-presidente da holding Odebrecht e delator da Operação Lava Jato, Marcelo Odebrecht, acabou definitivamente com a narrativa dos ex-presidentes Lula e Dilma e do PT durante seus depoimento de mais de quatro horas, prestado em Curitiba ao corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Herman Benjamin.

Se por um lado, Marcelo Odebrecht implodiu os ex-presidentes Lula e Dilma e confirmou que o PT agia nos moldes de uma organização criminosa no governo, em outro aspecto, suas declarações não poderiam ser mais devastadoras para os petistas de modo geral. O executivo inocentou o presidente Michel Temer de qualquer acusação e afirmou que o peemedebista nunca tratou com ele sobre dinheiro de caixa 2 para as campanhas do partido.

Durante o interrogatório, o empreiteiro Marcelo Odebrecht confirmou que participou de um jantar com o presidente Michel Temer, no Palácio do Jaburu, em Brasília, mas negou que houve um pedido de doação direto feito por Temer.

O jantar e o pedido de doações foram relatados pelo ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Claudio Melo Filho em seu acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Segundo Melo Filho. Mas segundo Marcelo, as conversas envolvendo doações para o PMDB só ocorreu após a saída de Temer do local. O assunto foi tratado horas mais tarde entre ele, Eliseu Padilha e Melo Filho, mas sem nenhum indicativo de que Temer tinha conhecimento sobre as tratativas que ocorreram após sua saída.

De acordo com Marcelo Odebrecht,  ao contrário do PT, partido no qual os ex-presidentes Lula e Dilma tinham um papel mais centralizador e controlavam o fluxo de propina entre o partido e a empreiteira, a interlocução com o PMDB era dispersa e era tratada de forma isolada entre os membros do partido, sem nenhuma conexão entre um acordo e outro.

Lula, Dilma, os ex-ministros Antonio Palocci, Guido Mantega e o marqueteiro João Santana forma formalmente incriminados pelo executivo durante seu depoimento de mais de quatro horas ao corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Herman Benjamin.


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