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60 dias para julgamento de Dilma, Lula, Mercadante e Cardozo em inquérito no STF. Ministro Fachin amplia investigação



Os ex-presidentes Lula e Dilma e os ex-ministros Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo contam a partir de hoje, 27 de março, com um prazo de até 60 dias para o julgamento do processo que corre no  Supremo Tribunal Federal (STF) contra os quatro petistas por tentarem obstruir a Lava Jato.

O ministro Luiz Edson Fachin, do STF, ampliou as investigações do inquérito por mais 60 dias, para apurar uma série de eventos relacionados a tentativas de obstrução de Justiça, como a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil foi uma tentativa de obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Além de Lula e Dilma, também são avos do inquérito os ex-ministros Aloizio Mercadante e José Eduardo Cardozo, todos os quatro do PT. Embora não tenham mais foro privilegiado, o caso está no Supremo porque dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) são investigados: Francisco Falcão e Marcelo Navarro Ribeiro Dantas.

A PF apura se Dilma, Cardozo e Francisco Falcão agiram para que Marcelo Navarro fosse indicado para uma cadeira no STJ para beneficiar empreiteiros presos pela Lava Jato, como o empresário Marcelo Odebrecht.

O inquérito também cita uma conversa gravada entre Aloizio Mercadante e um auxiliar do senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) que teria tido o objetivo de tentar evitar uma delação premiada do ex-líder do governo. Na gravação, Mercadante teria oferecido ajuda em troca do silêncio de Delcídio, que acabou delatando todo o esquema quando foi preso pela Polícia Federal acusado justamente de oferecer um plano para evitar que o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró assinasse um acordo de delação premiada com a PGR.

No despacho em que dilatou o prazo para que PGR possa apurar o caso mais detalhadamente, Fachin ressaltou ainda que decidirá posteriormente sobre o pedido da Polícia Federal para enviar os trechos sobre Dilma e Lula para a primeira instância porque eles não têm mais foro privilegiado.
O ministro Fachin informou que decidirá somente em um momento posterior se desmembra as investigações, ou seja, se determina o envio dos trechos do processo referentes a Dilma e Lula para a primeira instância.
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