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Rodrigo Maia e o pai caem em inquérito da PF, que não deixa dúvidas sobre crimes de corrupção e lavagem de dinheiro



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, acaba de ser apontado pela Polícia Federal pelo seu envolvimento em crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. no âmbito da Operação Lava Jato. Maia é apontado pela PF como beneficiário de esquemas de corrupção nos mesmos moldes praticados pelo PT com empreiteiras da Lava Jato.

A PF informou que concluiu um inquérito que investigou Rodrigo Maia e apontou a existência de fortes indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Entre outras coisas, Maia é investigado por um pedido de pediu à empreiteira doações eleitorais no valor de R$ 1 milhão em 2014 ao  ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, condenado pelo juiz Sérgio Moro pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa

A investigação contra Rodrigo Maia partiu da investigação contra o empreiteiro. O investigadores tiveram acesso a mensagens de celular trocadas entre Léo Pinheiro e Maia. A Polícia Federal aponta que Rodrigo Maia prestou "favores políticos" e defendeu interesses da OAS no Congresso em 2013 e em 2014, garantindo vantagens à empreiteira em troca de doações para sua campanha.

Os investigadores da Polícia Federal informa que Maia pediu à empreiteira doações eleitorais no valor de R$ 1 milhão em 2014, dinheiro que foi repassado oficialmente à campanha do pai do presidente da Câmara, César Maia, ao Senado. Isso, para a PF, foi uma tentativa de esconder a origem da propina.

Na conclusão, a PF afirma que há "fortes indícios" da prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Agora, caberá ao Ministério Público Federal decidir se denuncia ou não o presidente da Câmara.

A situação de Rodrigo Maia e de seu pai, César Maia,  já pode ser caracterizada como crime de lavagem de dinheiro e corrupção. Para a Polícia Federal, "não restam dúvidas da atuação clara, constante e direta" de Maia na defesa de interesses da OAS no Congresso Nacional. A PF aponta, ainda, que há "indícios suficientes" de que Maia praticou atos entre 2013 e 2014 para beneficiar a OAS, atuando "como uma espécie de representante da empresa" na Câmara.

"Com base em toda a prova colhida no decorrer da presente investigação, logrou-se êxito em confirmar integralmente a hipótese inicial aventada, qual seja, a de que o deputado federal Rodrigo Maia efetivamente praticou diversos atos na defesa de interesses da Construtora OAS, durante os anas de 2013 e 2014, tendo, em contrapartida, solicitado doações eleitorais ao presidente da pessoa jurídica, José Aldemário Pinheiro Filho [Léo Pinheiro]", diz a PF.

Com informações do G1 
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