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Procurador da Lava Jato deixa Lula, Dilma e corruptos em pânico ao defender que delação da Odebrecht se torne pública



A coisa mais comum do mundo é um bandido negar seus crimes até os últimos segundos. Os acusadores podem informá-lo que estão com uma caixa com todas as provas de seus crimes, mas Até o último segundo antes da caixa ser aberta perante o juri, o criminoso continua negando. Apenas após expostas todas as provas, é que vem o choro e o arrependimento.

Assim é também no meio político. Os corruptos negam seus crimes até as últimas consequências, mesmo sabendo da existência de testemunhas prestes a confessar e apresentar provas contundentes de seus crimes. Há casos em os corruptos são tão cara de pau que negam possuir contas na suíça. Ao serem confrontados com provas como extratos bancários e faturas de cartões de crédito, as contas viram "trustes".

Para um político corrupto como Lula ou Dilma, um dia a mais pode significar uma eternidade. Mas não é isso que pretende o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF) com relação ao teor da delação da Odebrecht.

O procurador afirmou acreditar que a abertura do sigilo das delações de executivos e ex-executivos da empreiteira seja a melhor alternativa neste momento. Lima admite que o fim do sigilo não é o ideal para as investigações, porque possibilitam a destruição de provas, mesmo assim a abertura é melhor para que toda a sociedade saiba o que foi citado, disse. "Talvez seja até melhor levantar o sigilo para todos nós sabermos quais são os fatos revelados", opinou.

Conhecedor de mentes criminosas, o procurador destacou que muitos políticos reagem de forma excessiva mesmo não sabendo se estão citados nas colaborações da Odebrecht. "Há muitos políticos que não sabem se estão na lista e estão reagindo excessivamente, pode ser que eles não estejam lá, podem estar agindo a mando de interesse de outros políticos", afirmou Lima durante um debate sobre o pacote anticorrupção na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), em São Paulo, esta semana.

Na ocasião, o procurador admitiu que firmar acordos com criminosos não é algo que agrade os membros do Ministério Público, mas reconheceu que os acordo de colaboração trazem resultados significativos no combate à corrupção. 
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