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O Brasil é uma vergonha graças ao STF. Governo do Peru dá exemplo e coloca ex-presidente em sua lista de criminosos




O governo do Peru colocou o ex-presidente Alejandro Toledo em sua lista de criminosos mais procurados nesta sexta-feira (10) depois que um juiz emitiu uma mandado internacional devido às alegações de que ele recebeu US$ 20 milhões em propinas da empreiteira brasileira Odebrecht.

Enquanto isso o Brasil assiste ao espetáculo da impunidade envolvendo políticos como os ex-presidentes Lula e Dilma, que comprovadamente se elegeram com dinheiro roubado da Petrobras. E olha que não foram "apenas" US$ 20 milhões. As autoridades do Peru vão prender um ex-presidente pelos mesmos crimes que Lula e Dilma cometeram no Brasil. Além dos dois petistas, o país assiste gente como Renan Calheiros, Edson Lobão, Rodrigo Maia e Gleisi Hoffmann livres, leves e soltos e ainda recebendo dinheiro do contribuinte.

Graças à parcimônia dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o povo brasileiro passa por um dos momentos mais vergonhosos de sua história recente. O mais absurdo de tudo isso é ver que ministros do STF convivem e protegem os principais atores do circo de horror da corrupção indecente e escancarada que se alastrou pelo Congresso. Graças ao STF, todos os bandidos do meio político ainda debocham da sociedade, graças ao direito a foro privilegiado. Ao longo dos últimos anos, os ministros acompanharam bem de perto o agigantamento da corrupção e do cinismo dos políticos brasileiros e não fizeram nada.

Para se ter uma ideia, o ex-deputado Eduardo Cunha vinha se protegendo de processos há mais de quinze anos, graças a prerrogativa do foro privilegiado. Bastou perdê-lo e moro o prendeu em uma semana. Poucos meses antes, o ministro Dias Toffoli mandou soltar o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR) preso na Operação Custo Brasil, acusado de roubar R$ 100 milhões de aposentados endividados. O marido da senadora Gleisi Hoffmann teria ficado com R$ 7 milhões e "repassado" o restante ao PT, a mando do ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Os cúmplices de Toffoli na Corte não fizeram nada. Ficou por isso mesmo.

A mesma coisa pode ser dita sobre o vergonhoso fatiamento do processo de impeachment da ex-presidente Dilma. O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, que presidiu o julgamento, entrou em acordo com o PT e com o senador Renan Calheiros para "preservar" os direitos políticos de Dilma em troca da aprovação de um projeto de aumento salarial para os ministros colegas. Esta semana, o ministro do STF, Gilmar Mendes, criticou o juiz Sérgio Moro pela manutenção de prisões preventivas de criminosos contumazes como Palocci, Eduardo Cunha e Marcelo Odebrecht. Moro rebateu o ministro e afirmou que todos continuariam roubando o país, caso fossem colocados em liberdade.

Não há como ignorar que os bilhões desviados pelo PT, por empreiteiros, doleiros, laranjas e diretores de estatais custaram a vida de milhares de brasileiros ao longo dos últimos treze anos. Estes bilhões roubados do povo contribuíram para o aumento da criminalidade, seja na falta de investimentos em educação que formou criminosos, seja na falta de investimentos em segurança, que não conteve o ímpeto destes criminosos. Milhares de pessoas morreram assassinadas ou por falta de serviços de saúde básicos. Outros milhões de crianças e jovens tiveram seus futuros comprometidos pela falta de acesso ao ensino ou pela má qualidade na educação.

É certo que parte dos bilhões que foram roubados teria servido para ampliar políticas de subsídios a remédios baratos que teriam salvo a vida de milhares de pessoas. Teria servido para comprar algumas macas a mais, algumas ambulâncias a mais ou construído alguns postos de saúde a mais.

Uma pequena parte do dinheiro roubado ao longo destes treze anos foi gasto com carros de luxo que já viraram sucata, com roupas caras que já saíram da moda, com comidas e bebidas que já foram parar nos esgotos, foram torrados com combustível de jatinhos e com honorários de advogados que defendem hoje estes criminosos. Uma pequena fortuna que daria para construir escolas, comprar viaturas, treinar e contratar mais policiais, construir creches, financiar agricultores, salvar pequenas empresas, incentivar o empreendedorismo em comunidades carentes, enfim.

É possível afirmar que cada brasileiro hoje possa ter perdido um amigo ou parente distante de alguma forma, em virtude do descalabro da corrupção no país. É perfeitamente possível afirmar que cada brasileiro tenha sido impactado de alguma forma por tanta corrupção, seja pagando mais caro por aquilo que consumiu, seja perdendo horas preciosas de sua vida com a burocracia, a falta de atendimento, os trânsito caótico ou o ritmo de seu desenvolvimento sócio econômico.

Toda uma nação sofreu. Cada cidadão foi, de alguma forma, penalizado duramente pelo regime mais corrupto que já existiu. As crianças que vivem hoje ainda irão repercutir nos próximos anos a cultura sob a qual nasceram, através de suas deficiências na formação. Estão condenadas a pagar o alto preço pela falta de qualificação profissional, pela falta do acesso ao ensino de qualidade, pela falta de educação.

O casal de marqueteiros do PT, João Santana e Mônica Moura, admitiu com a maior naturalidade ao Juiz Sérgio Moro que receberam dinheiro roubado da Petrobras como parte dos pagamentos de campanha do partido. O empreiteiro Marcelo Odebrecht admitiu que repassou milhões ao PT de Lula e Dilma, que de fato se elegeram com dinheiro roubado do povo. Os dois  e outros membros do PT contaram com o apoio de jornalistas, líderes de movimentos sociais e artistas como Chico Buarque, Wagner Moura, Camila Pitanga e outros que também se locupletaram da corrupção generalizada.

Enquanto isso, os juízes convivem e sorriem para os principais responsáveis por década e meia de crimes e de atraso na trajetória do país. Lula, Dilma e companhia lideraram a condução da nação para o esgoto e conseguiram convencer milhões de brasileiros que isso tudo é normal. Inclusive os juízes do Supremo Tribunal Federal (STF). Alguns, como o ministro Gilmar Mendes ainda reclamam do único representante da justiça que se ergueu contra tudo isso e insiste em combater todo este cinismo. O juiz Sérgio Moro.

Enquanto o Ministério do Interior do governo peruano ofereceu o equivalente a US$ 30 mil por qualquer informação que leve à sua captura do ex-presidente Alejandro Toledo e pediu à Interpol para emitir um alerta vermelho rapidamente para ajudar a localizá-lo, o ex-presidente Lula passeia de jatinho no Brasil para um lado e outro, ameaçando se candidatar presidente em 2018.

Fosse o Brasil um país sério, com juízes minimamente dignos, todos os corruptos já estariam na cadeia.

Vamos aplaudir o circo de horrores chamado Brasil mantido pela negligência dos ministros do STF.
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