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Mesmo preso pela Lava Jato, José Dirceu comandava crimes no governo Dilma e recebia propina, aponta Polícia Federal



O ex-ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula e braço direito do petista, José Dirceu, é alvo de uma nova investigação conduzida pela Polícia Federal em torno de um gigantesco esquema de corrupção durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. O petista teria comandado todo o esquema mesmo preso na Lava Jato.

 Segundo matéria publicada no Estadão, Dirceu recebia propina de contratos por contratos superfaturados envolvendo e venda de serviços de tecnologia para os ministério dos Esportes, Desenvolvimento Social e Combate à Fome Saúde e para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), assinados entre 2014 e 2015, quando a ex-presidente Dilma ainda estava no comando do governo.

Dirceu teria interferido até em negócios envolvendo a contratação de serviços para as Olimpíadas, do Rio. Segundo a Polícia Federal, os contratos investigados podem ocultar propinas pagas a Dirceu, durante o período em que o petista já estava preso, em Curitiba, alvo da Operação Lava Jato.

O Polícia Federal reuniu farta documentação relacionada aos negócios da RT Serviços Especializados Eireli com o governo. A RT Serviços era do amigo de Dirceu,  Julio Cesar de Oliveira Silva. Oliveira já caiu em outra investigação da Lava Jato sob suspeita de repasse de propinas a Dirceu em contratos da Petrobrás.

A empresa do amigo de Dirceu fechou negócios de quase R$ 20 milhões com o governo federal, entre 2014 e 2015, para fornecimento de serviços como monitoramento e combate às fraudes na internet. Nas redes, a contratada informa vender mecanismos para “proteção de empresas públicas e privadas contra ameaças cibernéticas”.

O fato é que não haveria como Dirceu comandar um esquema criminoso neste nível da administração pública sem a conivência da ex-presidente Dilma ou sem o aval do ex-presidente Lula e da cúpula do PT. Este tipo de atividade comprova a natureza de organização criminosa do partido, já que, mesmo de dentro da prisão, o ex-braço direito de Lula continuava a atuar no núcleo dos governo petistas.

Leia a matéria completa no Estadão
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