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Má notícia para Lula e Dilma. Lava Jato não tem pressa em novos acordos de delação. O da Odebrecht já fez o estrago



A falta de pressa dos procuradores do Ministério Público Federal na Lava Jato em firmar novos acordos de delação premiada com presos munidos de informações de grosso calibre é algo que está tirando o sono de muita gente. Principalmente de Lula e Dilma.

Alguns dos mais importantes presos na carceragem da Polícia Federal em Curitiba estão doidos para dar com a língua nos dentes há mais de seis meses, mas não estão conseguindo avançar em suas tratativas. Gente com poder de fogo mortal como o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro estão fora da agenda de negociações dos procuradores, mesmo com as promessas de "incrementar" suas delações.

A preocupação dos petistas quanto a  pausa nas negociações de novas delações pode ter uma explicação bem simples: a mega delação da Odebrecht promete ser tão devastadora e tão abrangente que não haverá como lidar, de imediato, com os detalhes fornecidos por outros delatores sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

A delação da Odebrecht, que já foi homologada pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, promete desencadear dezenas de novos inquéritos contra dezenas ou centena de políticos. Segundo fontes da Lava Jato, Lula e Dilma são definitivamente as figuras de maior destaque entre as mais de 900 confissões gravadas em vídeo.

Entre os delatores "esnobados" está Renato Duque, apontado nas investigações como representante do PT na diretoria da Petrobras. Condenado há mais de 50 anos de prisão, Duque está implorando para falar e já prometeu entregar informações sobre como funcionava cartel e corrupção na estatal, além de informações sobre Lula e Dilma.

O ex-presidente da Construtora OAS,  Léo Pinheiro, também já prometeu entregar o ex-presidente Lula. O executivo já confirmou aos procuradores que o triplex no Guarujá, as reformas no sítio de Atibaia e o transporte e armazenamento dos objetos trazidos por Lula de Brasília foram formas dissimuladas de repassar propina ao ex-presidente.

O  ex-presidente do PP e ex-deputado federal Pedro Corrêa é testemunha viva do nascimento do Petrolão e esteve presente na reunião que inaugurou os esquemas de desvios na Petrobras, na qual estavam o ex-presidente Lula e o ex-ministro José Dirceu.

O casal de marqueteiros do PT, João Santana e Mônica Moura também imploram pela retomada em seus acordos de delação premiada. Os dois prometeram entregar informações sobre operadores de propina do PT, como Guido Mantega e Antônio Palloci, além de fornecer maiores detalhes sobre o esquema de caixa 2 para campanhas de Dilma envolvendo a Odebrecht, Eike Batista e o Grupo J&F.

Mas nada disso encheu os olhos dos procuradores da República. Ao que tudo indica, o mega acordo de delação da Odebrecht será suficiente para provocar bastante estrago na vida de muita gente. Lula e Dilma tem muitos motivos para se preocupar.

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