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Lula diz que não há provas contra ele, mas tenta se aproveitar da morte de Teori para pedir anulação de provas no STF



Enquanto o ex-presidente Lula e seus advogados alegam em palanques e na imprensa que não existem provas que incriminem o petista no curso das investigações da Operação Lava jato, nos bastidores a situação é bem diferente.

Na surdina, Lula entrou com uma ação exigindo a "anulação de provas" obtidas pela força-tarefa da Lava Jato e que fazem parte de processos que pesam contra o petista na Justiça. Nesta quarta-feira, 08, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu adiar o julgamento do recurso de Lula, no qual o petista pede justamente que sejam anuladas provas obtidas na Operação Lava Jato. A nova data para o julgamento do recurso de Lula ainda não foi definida.

Um dos motivos para o adiamento do julgamento do recurso de Lula foi a ausência da presidente, Cármen Lúcia, que viajou para Belo Horizonte para tratar de assuntos pessoais.

A defesa de Lula tenta tenta se dar bem após a morte de Teori Zavascki e questiona a decisão do ministro, que devolveu ao juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, as investigações contra o ex-presidente na Lava Jato, após aceitar parcialmente recurso dos advogados. Teori era o relator da Lava Jato, mas depois de sua morte foi substituído por Edson Fachin.

Os advogados pediram a anulação de toda a investigação contra o ex-presidente. De acordo com a defesa de Lula, a liminar não poderia ter sido julgada individualmente pelo ministro. Além disso, os advogados pedem que a Corte envie à Procuradoria-Geral da República (PGR) cópia da decisão de Teori para que Moro.

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