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Lula blefa sobre rodar o pais e chora nos bastidores ao constatar a dura realidade do PT. Queda de 80% na influência



As consequências do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff somadas ao impacto devastador dos processos de Lula na Lava Jato estão literalmente fulminando o PT. Além dos mais de 300 deputados estaduais e outros milhares de vereadores que já pediram desfiliação, dezenas de deputados federais e até senadores já negociam transferências para outras legendas. O número de baixas previstas para os próximos meses pode ser bem maior, já que muitas negociações em andamento são mantidas em sigilo pelos parlamentares e também pelo próprio PT. Na lista de políticos apresentada pela direção do partido, constam nomes de vários membros que já abondaram o PT há meses.

Somente em São Paulo, o partido perdeu quase 70 prefeituras nas últimas eleições e milhares de vereadores já se desligaram do partido em todo o estado. No momento, há uma guera por números e emissários do PT percorrem todo o país num esforço para evitar uma debandada maior nas Assembleias Legislativas e Câmaras de Deputados. Há mais de dois anos, o ex-presidente Lula ficou de viajar pelo país para cumprir este papel de conter a sangria das debandadas, mas alega que tem enfrentado algumas "dificuldade$" neste sentido. Quando o petista afirma em palanques e em entrevistas que vai voltar a rodar o país, isto significa uma "senha" de que vai precisar de dinheiro e de jatinho. O problema é que os tradicionais financiadores do PT estão fingindo não entender o recado.

Ao longo de 2015 e 2016, o partido já havia perdido cerca de 263 filiados importantes, eleitos desde os últimos pleitos regionais (2012) e geral (2014), após a explosão dos escândalos revelados pela Lava Jato e por decisões impopulares tomadas pelo Palácio do Planalto. Nas últimas eleições municipais, o partido minguou em mais de 400 prefeituras e ficou apenas com municípios inexpressivos, com menos de 20 mil habitantes.

O clima no partido é de tensão não apenas em virtude dos desdobramentos da Lava Jato e dos processos que correm contra Lula. A questão financeira tem sido alvo de muitas preocupações, já que a previsão de receita para o ano de 2017 é 90% menor com a derrota nas últimas eleições municipais.

As prefeituras do PT faziam parte de um esquema gigantesco de formação e mobilização de militantes. Cerca de 50 mil perderam seus cargos comissionados após as derrotas de outubro do ano passado. Em São Paulo, o PT tinha 72 prefeituras e agora tem apenas 7.  Lula chora não apenas pelo fato do partido ter perdido 90% de seus militantes remunerados e ficado sem  a contribuição partidária deste monte de gente. Lula também ficou sem palanque.


O PT perdeu as eleições em todas as capitais do país, exceto Rio Branco, no Acre. Sem nenhum prefeito no nordeste, Lula não pode mais contar com a infraestrutura de prefeituras locais para montar palanques, fazer comícios e remunerar militantes para inflar os eventos. E este não é o único dado preocupante, sob o ponto de vista de Lula e do PT.

Com as derrotas nas urnas e a debandada de filiados, o partido perdeu a influência que tinha sobre 94 milhões de habitantes, caindo para pouco mais de 14 milhões, mantidos graças aos governos de Minas e da Bahia. Em sondagens recentes, Lula não é bem vindo no Rio de Janeiro e em praticamente todas as regiões de São Paulo, locais em que os assessores do petista não estão conseguindo agendar nenhum evento. Só restou ao petista nos últimos meses "pegar carona" nos atos organizados por Guilherme Boulos, do MTST. No que depender exclusivamente do PT, Lula está praticamente sem palanque.

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