\imprensa Viva
.

Gleisi Hoffmann ataca Marcela Temer em ação oportunista e sem futuro



A senadora Gleisi Hoffmann (PR), representando a liderança do PT no Senado, anunciou que vai protocolar uma representação na Comissão de Ética Pública da Presidência envolvendo no nome da primeira-dama Marcela Temer, que teve seu celular hackeado por um chantagista que acabou preso.

A senadora petista pretende questionar a ação movida pela Casa Civil que invocou a Lei Carolina Dieckmann para exigir sigilo sobre violações de "dispositivo informático alheio" de Marcela Temer.

A lei em questão foi sancionada pela própria Dilma em 2012 a partir de um Projeto de Lei 2793/2011, apresentado em 29 de novembro de 2011, pelo Deputado Paulo Teixeira, também do PT de São Paulo. A Lei promoveu alterações no Código Penal Brasileiro, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos e garante sigilo sobre  informações obtidas através de  invasão de dispositivo informático alheio.

Mesmo diante de todos estes fatos, a senadora petista alega que a Casa Civil não poderia ser usada para a defesa de um caso privado, alegando que assuntos da Estado deveriam ser defendidos exclusivamente pela Advocacia-Geral da União (AGU).

A ação, acatada pela a Justiça do Distrito Federal que impediu a publicação de reportagens com o teor das mensagens entre Marcela um hacker, foi movida pelo subsecretário de assuntos jurídicos da Presidência da República, Gustavo do Vale Rocha. Na decisão, o juiz sustentou que "a inviolabilidade da intimidade tem resguardo legal claro", conforme a Lei Lei Carolina Dieckmann sancionada por Dilma.

Marcela Temer, que deixou bem claro ao chantagista que ela era uma pessoa do bem e que não cederia a nenhum tipo de chantagem, é a mulher do presidente da República. Sobre este fato, talvez a ficha ainda não tenha caído para senadora Gleisi Hoffmann.

A senadora petista é mulher do ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que chegou a ser preso pela Polícia Federal durante a Operação Custo Brasil. O marido de Gleisi participava de um esquema que roubou cerca de R$ 100 milhões de velhinhos aposentados e endividados. Paulo Bernardo acabou solto por ordem do ministro do STF, Dias Toffoli, um ex-advogado do PT.



_____________
__________

Postar um comentário

Todas as notícias

Siga no Facebook

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget