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Eike Batista no limite. Juiz nega pedido de prisão domiciliar e mantém ex-bilionário em cela comum do presídio Bangu



Nem bem passou uma semana em cana e o ex-bilionário Eike Batista está no limite de sua resistência no que diz respeito à sua privação de conforto e liberdade. Seguindo a risca a orientação de seus advogados para se manter firme e não se precipitar em seus depoimentos à Polícia Federal, Eike começa a fraquejar diante daquilo que pode ser um longo processo de tratativas visando um acordo de delação premiada.

Para piorar sua situação, o juiz federal Marcelo da Costa Bretas, responsável pelos desdobramentos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, negou nesta quinta-feira o pedido do empresário encaminhado por sua defesa para que ele fosse mandado à prisão domiciliar, Na pior das hipóteses, Eike pedia para pelo menos ser transferido para uma cela mais confortável na Superintendência da Polícia Federal no Rio. O empresário, que não conseguiu nem uma coisa nem outra, já não suporta mais ser picado pelos mesmos mosquitos que acabaram de morder o bandido ao lado.

Eike continuará preso em uma cela comum de Bangu 9, no Complexo Penitenciário de Gericinó, porque não tem curso superior.

Os advogados do ex-bilionário já pediram arrego e nome de Eike e alegaram a Bretas que há riscos à integridade física dele, sobretudo depois que cresceram as "especulações de uma delação premiada", e tentam apelar ara sentimentalismos, alegando que Eike colaborou com os investigadores ao negociar sua volta dos Estados Unidos ao Brasil depois da deflagração da Eficiência.

O Ministério Público Federal lembrou ao juiz responsável pelo caso que as coisas não são bem assim. Segundo os procuradores, Eike Batista só voltou ao Brasil após ter o nome incluído na lista vermelha da Interpol e que a passagem a Nova York foi comprada no mesmo dia da viagem, “fatos que contradizem a sua atitude supostamente colaborativa”.

“Verifico que a alegada participação do investigado no esquema criminoso sob investigação afigura-se relevante, não havendo fato novo que justifique qualquer modificação no decreto prisional inicial”, afirma o juiz, que preferiu manter o ex-bilionário onde ele se encontra no momento.

Enquanto a maioria dos brasileiros se sente justiçada com a prisão do ex-bilionário que se valeu de esquemas de corrupção de uma organização criminosa para se dar bem, existem algumas pessoas que estão bastante preocupadas com suas condições "humanitárias", como os ex-presidentes Lula e Dilma. O temor dos petistas é o de que Eike não tenha a mesma resistência dos membros cascudos do partido, como José Dirceu, João Vaccari Neto e Antonio Palocci. Os três resistem bravamente na prisão em Curitiba e, pelo menos até o momento, não deram com a língua nos dentes. Marcelo Odebrecht também era assim. Durão.  
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