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Dilma foragida com confirmação de pedidos de propina a Marcelo Odebrecht. Empreiteiro presta depoimento ao TSE



A ex-presidente Dilma Rousseff sumiu do mapa. A petista não dá as caras há uma semana. O temor de Dilma é bastante óbvio e tem relação com o depoimento do empreiteiro Marcelo Odebrecht ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na ação em que investiga o uso de dinheiro roubado da Petrobras na campanha da petista.

No depoimento de Marcelo Odebrecht na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o empreiteiro deve confirmar ao relator da ação de investigação judicial eleitoral (AIJE), ministro Herman Benjamin, todos os detalhes de sua delação premiada.

Durante as tratativas para o acordo, Marcelo confirmou que Dilma lhe pediu propina pessoalmente para quitar dívidas de campanha com o casal marqueteiros João Santana e Mônica Moura, responsáveis por suas campanhas de 2010 e 2014.

Como corregedor-geral da Justiça Eleitoral, o  ministro do TSE Herman Benjamin já teve acesso ao teor da delação de Marcelo Odebrecht e de outros quatro executivos do Grupo que citaram repasses de propina para a petista. A princípio, o ministro Herman Benjamin havia solicitado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a autorização para ouvir três relatores - Marcelo Odebrecht, Cláudio Melo Filho e Alexandrino Alencar. O próprio Janot, no entanto, sugeriu que fossem ouvidos Benedicto Barbosa da Silva e Fernando Reis, afirmando que eles também relataram fatos relacionados à campanha de 2014.

Embora o depoimento de Marcelo Odebrecht no TSE neste 1º de março possa ser mantido em sigilo, o fato é que Dilma já foi definitivamente detonada. Tanto na Justiça Eleitoral quanto na Lava Jato. É apenas uma questão de tempo para que o estrago seja divulgado pelas autoridades.

A implicação de Dilma em condutas ilícitas, além de resultar na cassação de seus direitos políticos, pode ter consequências ainda mais severas, como a abertura de inquéritos criminais contra a petista na Justiça comum.

Na Lava Jato, Dilma também deve se tornar alvo de novos inquéritos logo que o ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, Edson Fachin, distribuir os processos relativos ao conteúdo das delações dos executivos da Odebrecht. O juiz Sérgio Moro é o responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância. 
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