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Dilma faz chantagem com autoridades e afirma que Sérgio Moro e procuradores da Lava Jato tramam golpe contra Lula


A ex-presidente Dilma Rousseff voltou a chantagear as autoridades do Brasil através da insinuação de que as investigações, e ações penais, em curso contra o ex-presidente Lula na Justiça Federal em Brasília e em Curitiba representam um "golpe em amadurecimento para criminalizar Lula para impedir que ele seja candidato". Dilma fez a afirmação durante entrevista à agência de notícias AFP esta semana.

A declaração da petista não se deu de forma velada. Dilma foi bastante clara ao tentar constranger as autoridades do país afirmando que todos estão tramando contra o ex-presidente Lula. A petista simplesmente ignora a possibilidade do ex-presidente comprovar sua inocência e se livrar dos processos que pesam contra ele envolvendo crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. Diante desta realidade, Dilma explora a narrativa do vitimismo petista para inverter a ordem das fatos com o claro propósito de desqualificar as autoridades.

Dilma se antecipa aos trâmites dos processos legais em vigor em um Estado de Direito onde todos são iguais perante a Lei. A petista usa de subterfúgios para chantagear os responsáveis pelas investigações e processos contra o ex-presidente, notadamente o juiz federal Sérgio Moro e os procuradores do Ministério Público Federal na Lava Jato.

A petista passou a recorrer a narrativa do golpe com mais frequência nos últimos dias, desde a homologação das delações dos executivos da Odebrecht. Na prática, tudo que Dilma tem falado em defesa de Lula também tem alguma serventia para ela, que está prestes a ser incriminada pelos relatos feitos por Marcelo Odebrecht sobre seus pedidos de propina para quitar dívidas de campanha. Ela já fala em concorrer ao Senado ou a Câmara dos Deputados e deve usar o mesmo discurso de perseguição política, caso seja indiciada por algum crime.

Durante sua viagem à Europa no mês passado, Dilma fez o mesmo discursos em antros controlados pela esquerda na Itália, França e Espanha. A petista gastou R$ 140 mil do dinheiro do contribuinte para falar mal do Brasil no exterior.

Há poucos meses, durante  uma em entrevista à Rádio Guaíba, Dilma fingiu ignorar os crimes praticados pelo ex-presidente Lula e tentou intimidar as autoridades quanto ao eventual risco da prisão do petista:

— Há um objetivo claro de condená-lo na segunda instância e inviabilizá-lo como candidato. Se ele vai ser atingido, não temos como avaliar hoje, mas o objetivo é este — afirmou Dilma, que ainda tentou intimidar as autoridades, insinuando que a prisão de Lula "cria uma situação muito difícil para o país" e que seria algo "temerário em todos os sentidos".

— Se prender (o Lula), acho que se cria uma situação muito difícil para o país. A prisão do Lula (se ocorrer) será vista como um corolário do golpe que resultou no meu impeachment. Acho que será visto assim pelo mundo. É temerário em todos os sentidos — acrescentou Dilma em tom de chantagem.

A narrativa explorada por Dilma é ineficaz, uma vez que já existe um enorme anseio quanto a prisão de Lula por parte dos brasileiros. De mesmo modo, a imagem de Lula no exterior já está completamente deteriorada e o resto do mundo já lida com a possibilidade de o ex-líder ir parar atrás das grades.

Por outro lado, o PT não conta mais com milhares de militantes remunerados, funcionários em cargos comissionados no governo federal e perdeu a capacidade de mobilização junto aos movimentos sociais. Dilma, Lula e o PT sabem que não haverá convulsão social com a prisão do petista.
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