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Dilma é tão competente que até hoje não arrumou um emprego decente. O que fez foi fraudar o INSS



Durante as eleições de 2010, ex-presidente Lula subia nos palanques para apresentar a ex-presidente Dilma Rousseff como a gerentona do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento do PT que teve apenas 3% das obras concluídas durante o tempo que Dilma permaneceu no cargo de presidente. Todas foram devidamente superfaturadas, de acordo com o Tribunal de Contas da União, TCU.

No comando do governo, Dilma se dizia extremamente competente e "técnica". A petista simplesmente ignorava os conselhos e alertas sobre "equívocos" em suas medidas, como os R$ 500 bilhões em isenções fiscais que concedeu a vários setores da indústria sem gerar nenhum emprego.
Estes R$ 500 bilhões que Dilma deu a empresários bilionários pertenciam ao povo. O próprio Lula reconheceu que esta foi a maior burrada de Dilma durante seu governo e admitiu que a ausência desta fortuna no caixa ajudou a levar o país para o buraco.

Para tapar o rombo nas contas públicas, Dilma teve a brilhante ideia de maquiar balanços e usar dinheiro de bancos públicos para quitar dívidas do governo num episódio rico em trapalhadas tributárias que ficaram conhecidos como "as pedaladas fiscais".

Foi justamente este o argumento usado no processo de impeachment que cassou definitivamente o mandato da petista no dia 31 de ago de 2016. Às 15h05 do dia 31 de agosto, Dilma Rousseff assinou o documento que a notificava que o Senado havia aprovado sua destituição da Presidência da República. Terminavam ali, oficialmente, um reinado de cinco anos e oito meses de pura burrice. Até hoje, o povo sofre as consequências trágicas de tanta incompetência.

Esta semana, chegou mais uma fatura da era Dilma. Os consumidores brasileiros serão obrigados a pagar uma indenização de R$ 62,2 bilhões às concessionárias de transmissão de energia. Esse valor será cobrado ao longo dos próximos 8 anos nas contas de luz. Apenas em 2017, a parcela será de R$ 10,8 bilhões, o que deve gerar uma alta média de 7,17% nas tarifas. A determinação foi aprovada nesta terça-feira (21) pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A indenização, portanto, vai contribuir para deixar as contas de luz mais caras até 2024. A indenização as concessionárias é consequência da renovação de suas concessões dentro do plano lançado pela então presidente Dilma Rousseff e que, na época, baixou em 20% as tarifas para elevar sua "popularidade" que andava em baixa.

Mas voltando aquela tarde fatídica de agosto, a ex-presidente Dilma, no lugar de se preocupar em arranjar um emprego, chamou um de seus aliados mais próximos, o petista Carlos Eduardo Gabas, entrou pelos fundos da Agência da Previdência Social do Plano Piloto, na Quadra 502 da Asa Sul de Brasília. Acompanhado de uma mulher munida de uma procuração em nome de Dilma, Gabas passou por uma porta de vidro em que um adesivo azul-real estampava uma mão espalmada com o aviso: “Acesso apenas para servidores”. Menos de 24 horas depois do impeachment, Dilma estava aposentada com renda mensal de R$ 5.189,82, teto do regime previdenciário.

 O tempo médio de espera para que um cidadão consiga uma data para requerer aposentadoria em uma agência da Previdência é de 74 dias, segundo informações do INSS – 115 dias no Distrito Federal, onde o pedido de Dilma foi feito. A petista tratou de furar a fila da previdência, no lugar de tentar distribuir seu currículo para arranjar um novo trabalho. 
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