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Dilma e José Eduardo Cardozo vão a encontro com comunistas na França para falar mal do Brasil. O povo paga a conta


A ex-presidente Dilma Rousseff e seu advogado, José Eduardo Cardozo, participaram de um encontro com comunistas em Paris, na França, nesta terça-feira 31. O encontro organizado pela única senadora do pequeno Partido Comunista Francês (PCF), Laurence Cohen,, teve participação de integrantes de outros comunistas como os do Coletivo de Solidariedade França-Brasil, da associação Autres Brésils, da ong France Amérique Latine, da União dos Estudantes Comunistas, do Movimento Democrático 18 de Março (MD 18), além de representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e do Partido dos Trabalhadores (PT).

Durante o encontro, Dilma manteve a narrativa de que foi vítima de um golpe no Brasil por ser mulher e disse que o país estava bem melhor sob seu comando. A petista também alertou para o risco da delação da Odebrecht inviabilizar a candidatura de Lula em 2018. Segundo a petista, a homologação da delação da Odebrecht também é um golpe de "forças conservadoras".

"há a possibilidade de tentarem uma eleição indireta, diante de um presidente ilegítimo e do desgaste muito grande com as delações [da Odebrecht] que vão ser divulgadas nos próximos meses, semanas ou dias. E há a possibilidade, em último caso, de inviabilizarem a candidatura de Lula.", alegou a petista, sem no entanto mencionar que também faz parte da delação de Marcelo Odebrecht. O executivo confirmou que Dilma o pressionou para ajudar a pagar dívidas de campanha. Marcelo Odebrecht confirmou que fez repasses de propina em contas no exterior a João Santana e Mônica Moura, marqueteiros de Dilma em 2010 e 2014.

Além dos membros do nanico Partido Comunista da França (PCF) e embaixadores do Equador e da Venezuela estavam presentes no encontro. Dilma viajou para a Europa no último dia 21 de janeiro e levou assessores e seguranças. Todos com despesas pagas pelo contribuinte brasileiro, como viagem, alimentação, hospedagem e deslocamentos pela Itália, Espanha e França.

A agenda de Dilma na Europa consiste basicamente em falar mal do Brasil em seus encontros com simpatizantes da esquerda derrotada dos três países que visitou. A petista não foi recebida por nenhum Chefe de Estado em nenhum dos três países que visitou.
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