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Delator confirma ao juiz Sérgio Moro pagamento de propina da Petrobras para o PT e para campanha de Dilma Rousseff


O juiz federal Sérgio Moro ouviu nesta sexta-feira, 3, o depoimento do lobista Zwi Skornicki , que confessou que contratos de plataformas da Petrobrás foram usados para desviar propinas para o PT a pedido do ex-tesoureiro do partido, João Vacarri Neto.

Segundo confirmou o lobista aos procuradores da Lava Jato, parte dos milhões desviados da Petrobras foram usados para pagar dívidas de campanha que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) tinha com o marqueteiro João Santana.

O Delator confessou ao juiz que acertou o repasse de US$ 5 milhões para João Santana, a pedido do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O pagamento foi exigido pelo ex-tesoureiro do PT para zerar uma “conta corrente” de propinas que a Keppel Fels tinha com o partido como contrapartida por contratos superfaturados nas plataformas P-51, P-52, P-53, P-56, P-58 e P-61 da Petrobras.

O lobista informou que até mesmo as doações "legais" feitas ao partido eram na verdade propina por contratos conseguidos pelo PT para sua empresa. Zwi Skornicki confessou que no contrato da P-56 o grupo Keppel Fels fez doações oficiais.

“As outras foram se acumulando e quando chegou a esses US$ 5 milhões, ele (Vaccari) veio ao meu escritório e disse que tinha acerto com a senhora Mônica Moura e disse para acertar com ela, que ela vinha me procurar”, contou Skornicki. “O valor foi zerado.”

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