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Cresce o número de pessoas (petistas incubados) que dizem não ser de esquerda ou direita



O mundo se tornou um lugar hostil para os simpatizantes da esquerda nos últimos anos. No Brasil a situação não é diferente. Na verdade, é bem diferente. É pior ainda para os vermelhos. Viver no Brasil tornou-se horrível, asfixiante e humilhante para os "esquerditas". Desde a deflagração da Operação Lava Jato e a descoberta da roubalheira do PT na Petrobras, no BNDES, nos fundos de pensão e até no porta moedas dos velhinhos apesentados, os que defendem a corja da esquerda brasileira tornaram-se pessoas indesejáveis nos mais diversos ambientes, rodas e redes sociais.

O petista, sobretudo e por razões óbvias, passou a ser visto como um sujeito burro, cego e alienado. De fato, custa a acreditar que uma pessoa com o mais baixo nível de discernimento possa se negar a admitir a realidade dos fatos: no PT só tem ladrão. Os mais proeminentes membros do partido que ainda não foram presos estão sendo processados, a exemplo de seu líder máximo, o ex-presidente Lula, que conseguiu a extraordinária façanha de se tornar réu em cinco ações penais em menos de um ano e ainda é investigado em outros tantos inquéritos em fase final de conclusão.

Diante deste cenário aterrador, a atmosfera para o petista vem se tornando cada vez mais rarefeita. Muitos até já abandonaram a velha técnica da "fulanização", que era comumente usada quando alguém criticava os membros do partido. O petista logo disparava: e o FHC?

A técnica desenvolvida pela "inteligência" do PT para rebater críticas é tão fajuta que equivale a defender um estuprador que violou a vítima após ela já ter sido violentada por outro.

O fato é que os petistas estão todos num beco sem saída. Encalacrados pela própria burrice e teimosia, muitos tem até medo de ligar a TV e ver o Lula indo preso sem poder falar nadica de nada.

Talvez justamente em virtude destes fatos, destes "dados concretos, tem crescido nos últimos meses o número de pessoas (petistas incubados) que se dizem "apartidários" e alegam não ser nem de esquerda nem de direita. Nas mesas de bares, alguns até riem quando alguém chama o Lula de ladrão ou muito ladrão. Quando o assunto é Dilma Rousseff, alguns até se arriscam e fazem coro com as críticas contra a petista.

É sabido que o PT ainda pode contar com os militantes profissionais recrutados nas periferias, conhecidos como os "mortadelas". Em troca de diárias a partir de R$ 30 reais, eles costumam decorar refrões, repetir frases escritas em claquetes e fazer coro com o que estão falando ao microfone. Mas são pessoas tão ignorantes que sequer sabem o significado de uma reforma previdenciária ou  a diferença entre déficit e superavit. Mesmo estes andam meio sumidos. Com pouco dinheiro no caixa, o PT tem economizado no número de figurantes nos últimos eventos.

É claro que ainda existem os jovens "esquerdistas" simpatizantes de Che Guevara e Fidel. Mas sobre estes não há muito o que falar. Ainda são jovens, românticos e sem muita coisa na cabeça. Já os petistas, estes simplesmente sumiram. Em seus perfis nas redes sociais, postam apenas gifs animados de ursinhos, fotos de cachorrinhos e coraçõezinhos ridículos. 
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