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Como ministro do STF, Alexandre de Moraes pode dar mais dor de cabeça aos movimentos sociais controlados pelo PT



Não é de hoje que o PT e setores ligados ao partido tentam desqualificar Alexandre de Moraes, indicado para ocupar uma vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal, STF. Logo que se assumiu o Ministério da Justiça e Cidadania, Moraes demonstrou sua disposição de conter os desmandos cometidos por movimentos sociais controlados pelo PT e passou a tratar as táticas de guerrilha adotadas pelo MST, MTST, CUT e UNE como atos de terrorismo.

Em poucos dias a frente do ministério, Moraes orientou comandantes de batalhões da Polícia Militar e delegados da Polícia Federal em todo o país a reprimir com vigor qualquer manifestação mais violenta e passou a classificar bloqueios de estradas, invasões a prédios públicos e queima de pneus em centros urbanos e rodovias como atos de terrorismo.

A ordem de Moraes era "pegar pesado" com os movimentos sociais que operavam como braços políticos do PT visando promover o caos e a desordem para desestabilizar o governo. Desde então, Moraes passou a ser combatido como inimigo número um do PT e dos movimentos sociais.

O partido e setores da esquerda já pediram a cabeça de Moraes várias vezes. Numa delas, bastante prosaica, Moraes deu com a língua nos dentes e adiantou uma data em que seria deflagrada mais uma fase da Operação Lava Jato. Embora a fala do ministro tenha sido questionável, tendo em vista o cargo que ocupava, não chegou a ser considerada algo tanta gravidade nem pelo Planalto nem pelos membros da força-tarefa. Por outro lado, demonstrou seu claro apoio ao prosseguimento das investigações e foi justamente isso o que mais incomodou os membros do PT, os maiores alvos da Lava Jato.

A vibração positiva do ministro em relação à uma nova fase das investigações também reforçou a perspectiva de que o governo Temer estava de fato encorajando a continuidade dos trabalhos da força-tarefa de Curitiba, o que contrariava a pregação da esquerda, de que o governo estaria tentando "abafar" a Lava Jato. Moraes sempre se declarou um entusiasta da Operação Lava Jato e sua indicação para a vaga no STF contou inclusive com o aval do procurador da República Deltan Dallagnol, que é nada menos que coordenador da Operação Lava Jato.

Mas a campanha da esquerda para desqualificar a indicação de Alexandre de Moraes para a vaga no STF tem outros fundamentos. O jurista é assumidamente um linha dura contra os atos de vandalismo de movimentos sociais controlados pelo PT. Sua disposição de lidar com as táticas de guerrilha do grupo de forma contundente acabou desestimulando os integrantes destes movimentos. Alexandre de Moraes  simplesmente colocou um freio no ímpeto do MST e de outros movimentos radicas controlados pelo PT e partidos de esquerda.

Se como ministro da Justiça, Moraes já representava uma ameaça ao PT e aos movimentos controlados pelo partido, como ministro do STF, pode simplesmente colocar um fim definitivo no emprego destes movimentos como braços políticos.
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