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Alexandre Margotto detona dono da Friboi. Joesley Batista e Eike Batista faturaram bilhões na Caixa Econômica


O Fantástico divulgou neste domingo detalhes sobre a delação de Alexandre Margotto, o mais novo delator sobre os esquemas de corrupção envolvendo a liberação de recursos da Caixa Econômica para os empresários Eike Batista e Joesley Batista, do grupo J&F Friboi.

Margoto deu detalhes sobre como funcionava o esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal e envolve o ex-ministro Geddel Vieira Lima,  ex-deputado Eduardo Cunha, Fábio Cleto e Lúcio Funaro, que está preso no presídio da Papuda, em Brasília. O MPF sustenta que o grupo de Cunha cobrou suborno para viabilizar operação de R$ 940 milhões, aprovada pelo fundo de investimento do FGTS, com a Eldorado Celulose, da J&F de Joesley.

O empresário pagou cerca de R$ 33 milhões em propina ao grupo por meio de contratos de consultoria a empresas de Funaro. Margotto era dono da Etros Administradora de Recursos e Valores Imobiliários, gestora do fundo de investimentos Aquitaine, montado em parceria com Cleto.

Alexandre Margotto é ex-sócio de Lúcio Bolonha Funaro, o operador de Eduardo Cunha e de grupos empresariais no esquema da Caixa, como as empresas do grupo J&F Friboi de Joesley Batista. Segundo Margotto, Joesley chegou a indicar um membro para ocupar um cargo no governo Dilma para cuidar de seus interesses mais de perto.

Ele também afirmou que Lúcio Funaro ganhou uma mansão avaliada em mais de R$ 20 milhões como forma de receber um dívida de propina devida pela holding J&F/Friboi.

Joesley Batista, dono do grupo J&F, é apontado como o principal beneficiário das operações irregulares no banco. Alexandre Margotto confirmou ainda em sua delação que o empresário Eike Batista pagou propina ao corretor Lúcio Funaro e ao deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para que o fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) investisse, em 2012, R$ 750 milhões na empresa LLX Açú Operações Portuárias S.A.

A delação de Margotto confirma as informações prestadas por Fábio Cleto. O ex-vice-presidente da Caixa foi o primeiro a revelar os pagamentos indevidos da empresa de Eike para Cunha e Funaro. Em sua delação premiada, Cleto assumiu ter recebido ao menos R$ 240 mil e apontou Funaro como operador de Cunha no caso.

Joesley Batista do grupo J&F/Friboi e Eike Batista, do Grupo EBX, são apenas dois dos cerca de oito empresários exemplos de sucesso que emergiram durante os governos de Lula e Dilma.

Fonte: Fantástico

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