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Alexandre de Moraes é confirmado pelo governo para o cargo de ministro do STF. Lava Jato agradece



O nome do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, acaba de ser confirmado oficialmente pelo Palácio do Planalto como indicado pelo presidente Michel Temer para ocupar posto de ministro do Supremo Tribunal Federal, STF, na vaga aberta após a morte do ministro Teori Zavascki.

""O presidente da República decidiu submeter à aprovação do Senado Federal o nome do ministro da Justiça e Segurança Pública, Alexandre de Moraes, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. As sólidas credenciais acadêmicas e profissionais do doutor Alexandre de Moraes o qualificam para as elevadas responsabilidades do cargo de ministro da Suprema Corte do Brasil", afirmou Alexandre Parola, porta-voz de Temer, Alexandre Parola, em rápido anúncio de sua indicação por volta das 19h.

O nome de Moraes é muito bem vindo pelos membros do Ministério Público Federal na força-tarefa da Operação Lava Jato. O ministro sempre demonstrou total apoio a investigação e chegou a visitar o juiz Sérgio Moro e demais procuradores logo que assumiu o cargo de ministro da Justiça e Cidadania do governo de Michel Temer.

Antes de ser efetivamente conduzido à cadeira, atual ministro da Justiça deverá passar por uma sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e terá de ser aprovado no Congresso Nacional, onde o governo tem maioria. Antes de confirmar no nome de Moraes no início desta noite de segunda-feira, Temer manteve vários encontros no final de semana para discutir a nomeação do novo ministro do STF.

O presidente, que também se reuniu várias vezes com a presidente do Supremo, Ministra Cármen Lúcia, confirma sua determinação de que só tomaria anunciaria a indicação do sucesso de Teori após  a indicação do novo relator da operação Lava Jato, para mostrar que não iria interferir nas investigações.

Alexandre de Moraes, que sofreu duros ataques de setores da esquerda, do PT e do MST quando assumiu o cargo de ministro da Justiça,  tem um histórico respeitável.

"Formado em 1990 pela Faculdade de Direito da USP, ele obteve título de livre-docente em direito constitucional na mesma universidade 11 anos depois. Além de dar aulas na mesma USP e no Mackenzie, escreveu diversos livros jurídicos que se tornaram referência em direito constitucional, direitos humanos, agências reguladoras e legislação penal especial.

Em 13 de maio de 2004, ganhou a honraria mais alta do Tribunal de Justiça de São Paulo, o Colar do Mérito. Foi o jurista mais jovem a receber a homenagem, aos 35 anos.

Em 2005, foi escolhido para uma vaga na primeira composição do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), ocupando a vaga reservada para um representante da Câmara dos Deputados.
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