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13 anos de governos do PT desmentidos com um clique. Tecnologia revela a verdade sobre a farsa de Lula, Dilma e companhia



ATENÇÃO: esta é a segunda edição desta matéria.

Até pouco tempo atrás, as coisas estavam indo muito bem para o ex-presidente Lula. Por obra do destino, o petista chegou ao poder em 2003 e logo em seguida, o mundo experimentou um gigantesco boom de commodities que tirou bilhões de pessoas da pobreza em uma década. Países como Índia e China passaram por uma gigantesca revolução industrial com o aumento do consumo no mundo e se tornaram centros de produção, gerando milhões de empregos.

No Brasil não foi diferente. Com a moeda estabilizada e uma demanda cada vez maior por consumo de bens duráveis financiados a longo prazo, milhares de empresas globais se instalaram no país durante os anos que antecederam a chegada de Lula ao poder. Gigantes como WalMart, Honda, Toyota, Samsung, LG, Peugeot, Hyundai e outras 30 mil empresas começaram a contratar justamente após a chegada de Lula ao Palácio do Planalto.

O petista soube explorar as oportunidades e se gabava de gerar milhões de empregos e de ter tirado milhões de pessoas da pobreza. Poderia ter sido melhor ainda, não fosse a roubalheira e a incompetência dos membros do PT. Durante os governos petistas de Lula e Dilma, o Brasil jamais conseguiu alcançar o mesmo ritmo de crescimento de outros países, como México, Argentina e Colômbia.

Através do gráfico abaixo, é possível notar que os governos Lula mantiveram uma média de crescimento medíocre em relação aos países vizinhos. Caso queira fazer um comparativo mais apurado sobre o desemprenho dos governos petistas, basta clicar AQUI na ferramenta de pesquisa do Google e adicionar ou remover países, encurtar o tempo da tabela por períodos de governo, etc.



No mesmo gráfico, é possível acompanhar o impacto da crise de 2008 e como o Brasil e todos os demais países foram beneficiados pela recuperação da economia mundial. Lula novamente soube se aproveitar dos fenômenos econômicos para se gabar do crescimento extraordinário de 7,53 do PIB em 2010, ano em que alcançou a maior taxa de aprovação popular entre todos os presidentes do país.

Mas no mesmo gráfico é possível perceber que a recuperação da economia ocorreu em todos os países vizinhos, com a diferença que o Uruguai cresceu 7,8%, o Peru 8,45%, a Argentina 10,35%, mesmo com Cristina Kirchner e o Paraguai 13,09, todos bem acima do Brasil de Lula.

Através da ferramenta do Google, fica bastante claro que o desempenho de Lula e Dilma no comando do governo, comparado com os governantes de outros países vizinhos, é abaixo do mediano, ou medíocre, se for comparar as riquezas e o potencial econômico do Brasil. Mesmo assim, Lula soube se promover internamente através de fatores externos favoráveis e completamente alheios à sua vontade.

O problema é que, com a popularidade batendo todos os recordes, Lula se sentiu o rei da cocada preta e apostou que seria capaz de eleger um poste para sucedê-lo no governo naquele ano de 2010. Não deu outra. No lugar de buscar alguém competente e capaz de administrar o país, Lula escolheu uma pessoa sem qualquer experiência política em cargos executivos apenas para continuar mandando no país. A ex-presidente fazia tudo que Lula mandava no primeiro mandato, inclusive pedalar. Para se ter uma ideia, quando o PT assumiu o poder em 2003, o país tinha de 2.6 milhões de leitos hospitalares e caiu para 2.3 quando o Dilma deixou o governo.

Lula pecou pelo excesso de confiança de que seu partido permaneceria no poder por muitos anos e começou a meter os pés pelas mãos para manter um estilo de vida similar ao que tinha quando era presidente. O petista não queria mais abrir mão da privacidade, do conforto e da comodidade de jatinhos de luxo. Como seus rendimentos não lhe permitiriam manter aquele padrão de vida, o petista deu um jeitinho de estender os esquemas de corrupção que financiavam as campanhas do partido para seu benefício pessoal.

O ex-presidente da maior financiadora do PT, Marcelo Odebrecht, admitiu que também tinha interesse em manter Lula em "evidência" e reconheceu que criou uma conta de propina para o ex-presidente no departamento de operações estruturadas da empreiteira. Lula tinha em seu saldo cerca de R$ 23 milhões em comissões por negócios da empreiteira com o governo. Além desta fortuna, o petista deu um jeito de abrir uma pequena empresa de palestras, por entrou mais cerca de R$ 30 milhões oriundos de contratos de fachada com empresas que faziam negócios com a Petrobras.

Além dos jatinhos, das viagens internacionais e da fartura dos tempos da Presidência, Lula também não quis abrir mão da outra cobertura vizinha ao seu apartamento em São Bernardo, que era alugada pela Presidência da República. O petista recorreu aos tradicionais laranjas, que acabaram comprando o apartamento com dinheiro de propina repassado pela Odebrecht.

Lula estava definitivamente decidido a não abrir mão de nenhum dos confortos que tinha quando era presidente. Como não tinha mais o direito a passar seus finais de semana na bela Granja do Torto, uma das residências mantidas pela Presidência da República, com características de casa de veraneio, Lula recorreu aos seus laranjas e providenciou o sítio de Atibaia. A propriedade passou por reformas de ampliação das instalações e da lagoa. Tudo bancado pela Odebrecht e pela empreiteira OAS, então presidida pelo amigão de Lula, Léo Pinheiro.

Mas até então, estava tudo indo muito bem para Lula e a turma do PT. O petista estava providenciando uma cobertura de luxo no Guarujá, litoral paulista e chegou a passar 111 finais de semana na suntuosa propriedade rural em Atibaia. Lula havia conseguido manter uma vida com mais pompa e circunstância do que nos tempos em que era presidente e ainda continuava mandando no país. Arrogante, se gabava de ter feito isso e aquilo, enquanto tripudiava sobre seus rivais políticos. Até que surgiu um juiz chamado Sérgio Moro e uma tal de Operação Lava Jato. Esta turma é bem mais eficiente quando o assunto é desmascarar Lula e o PT.

Despesas com saúde durante os governos petistas, comparando aos países vizinhos

A fúria arrendatória durante os governos petistas, comparando aos países vizinhos

Aumento da dívida pública durante os governos petistas, comparando aos países vizinhos



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