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Urgência de Janot em homologar delação da Odebrecht indica risco de que ministros do STF podem criar "dificuldades"


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot confirmou que vai pedir urgência no Supremo Tribunal Federal, STF, nos trâmites relativos aos processos da Lava Jato na Corte. Janot já comunicou sua intenção à presidente do Supremo, Cármen Lúcia e  protocolou na tarde desta terça, 24, um pedido para que o Supremo dê agilidade ao processo de homologação da delação dos 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.

A urgência de Janot indica um certo temor de que, ao fim do recesso dos ministros da Corte no dia 31 de janeiro, dificuldades "estras" possam surgir, causando um atraso indefinido na homologação das delações dos executivos do grupo.

Embora Cármen Lúcia ainda não tenha se decidido quanto a homologação das delações por ela mesma, rumores indicam que a ministra pode homologar parte das delações, com mais urgência para as mais importantes, como a de Marcelo Odebrecht. Restam apenas mais uma semana para que a presidente do Supremo dê uma definição para o caso.

Sem nenhum embaraço por demonstrar sua preocupação, a urgência de Janot é um sinal bastante claro de que o procurador teme a volta dos ministros de férias e a redistribuição da relatoria da Lava Jato por sorteio, cenário mais provável para a substituição de Teori Zavascki na relatoria dos casos investigados pela força-tarefa baseada em Curitiba.
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