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Silêncio de Dilma é típico de quem tem rabo preso. Delações da Odebrecht prometem escancarar bandidagem petista


A ex-presidente Dilma Rousseff tem mantido absoluto silêncio sobre a delação a ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal, STF da empreiteira Odebrecht. Apesar do atraso na homologação do acordo após a morte do ministro Teori Zavascki, que era o relator dos processos da Lava Jato no Supremo, nada poderá mudar o que já foi dito até o momento, garante um dos funcionários que participara da triagem dos vídeos contendo os depoimentos de 77 executivos da empreiteira.

O depoimento mais comprometedor é justamente o do ex-presidente do Grupo, Marcelo Odebrecht, que após passar mais de um ano resistindo na expectativa de conseguir um habeas corpus para responder aos processos em liberdade, se viu forçado a rever sua estratégia. A gota d'água para foi a decisão do Supremo, que manteve o entendimento sobre a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância.

Diante do risco de mofar anos a fio na prisão, Marcelo Odebrecht tomou a decisão de contribuir com as investigações e se tornou uma ameaça contrata contra a ex-presidente Dilma. Por força das circunstâncias e obviamente pressionado pelas delações do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana, o empreiteiro se viu forçado a confirmar repasses de propina para as campanhas de Dilma. Marcelo confirmou que a petista o pressionou para liberar dinheiro para o casal.

Com a homologação da delação da Odebrecht, Dilma deve se tornar alvo de novos inquéritos no âmbito da Lava Jato ainda no primeiro semestre deste ano. 
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