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Lula e o PT podem ter bilhões no exterior para comprar uma vitória eleitoral no Brasil em 2018


O ex-presidente Lula tem anunciado aos quatro cantos que pode se candidatar presidente nas próximas eleições majoritárias de 2018. O petista sabe muito bem que, de acordo com as leis em vigor no país, sua candidatura dificilmente irá se concretizar, tendo em vista que ele é réu em cinco ações penas e investigado em outros tantos inquéritos criminais. 

É pouco provável que Lula chegue a 2018 sem uma ou mais condenações nas costas. Pela lei da ficha limpa, não poderá concorrer a cargos eletivos. Lula sabe de tudo isso, mas tenta forçar uma estratégia de explorar sua defesa no campo político, alegando que todos os processos que pesam contra ele na Justiça tem o único propósito de inviabilizar sua candidatura. 

Mesmo supondo que Lula consiga concorrer no pleito de 2018, ele também sabe que seu nome é um dos mais rejeitados pelos eleitores. Sua candidatura é tecnicamente inviável sob o ponto de vista da popularidade, limitada a meros vinte e poucos por cento.

O problema é que, quando se trata de Lula e de sua organização criminosa, é preciso considerar que pode haver sempre algo de podre por trás de seus projetos de poder. 

Para vencer uma eleição presidencial, Lula e seu partido precisariam de alguns bilhões de reais para comprar apoio político de candidatos a governadores em todo o país. Além de comprar candidatos, Lula precisaria comprar eleitores. Milhões de eleitores. E de onde sairia tanto dinheiro?


A destruição de alianças históricas

 É sabido que os governos do PT abandonaram os tradicionais parceiros comerciais do Brasil, justamente aqueles que mais investiram no país ao longo de décadas, como Estados Unidos, Alemanha, Itália, França, Reino Unido e outras democracias. Para se ter uma ideia, não existe nenhuma cidade na Alemanha que tenha mais empresas alemãs que a cidade de São Paulo. Mas apesar de todo um legado histórico, o PT preferiu se concentrar em estabelecer alianças com países de regimes comandados por ditadores corruptos, como Cuba, Venezuela e Angola.

O Brasil se tornou um “estrangeiro” no mundo globalizado.

Graças à “gestão” temerária e negligente do PT em relação aos interesses comerciais do país no exterior, o Brasil ficou de fora do Acordo Transpacífico, o mais profundo tratado de liberalização do comércio em décadas, que pode resultar no maior bloco econômico da história.

O Tratado de Livre Comércio Transpacífico (TPP, na sigla em inglês) pode afetar 40% da economia global e reduzir as exportações do Brasil em até 6%. A capacidade dos 11 países em alcançar um pacto envolvendo uma série de questões complexas é a prova do amadurecimento destas nações. Por questões óbvias, a China também ficou de fora do acordo, já que atua de forma predadora para com seus parceiros comerciais.

O que se esconde por trás da reorientação da política externa brasileira implantada pelo PT?

A mudança do foco comercial para a orientação ideológica defendida pelo partido durante os anos que permaneceu no poder custou caro ao país. Ao romper laços comerciais com parceiros tradicionais, o PT de Lula e Dilma abriu as portas para que outros países ocupassem seu posto em parcerias estratégicas construídas ao longo de décadas. 

Mas o alinhamento supostamente ideológico do PT com países governados por tiranos e ditadores corruptos tem um propósito menos pueril: com esta gente, ficava mais fácil promover a corrupção internacional, através dos financiamentos de obras “infiscalizáveis” financiadas com dinheiro do BNDES. Lula e Dilma se associaram à gente da pior espécie ao redor do mundo, demonstrando uma estranha predileção por ditadores sanguinários e corruptos.

Como Lula e o PT poderiam conseguir os bilhões necessários para comprar uma vitória eleitoral no Brasil?

Através deste "modelo de negócios", o PT pode supostamente contar com um "caixa internacional de recursos". Os governantes corruptos podem tranquilamente enviar milhões de dólares aos integrantes do partido através de malotes diplomáticos, garantidos por privilégios e imunidades absolutos e invioláveis.

Na prática, o presidente da Angola, José Eduardo dos Santos ou qualquer outro “parceiro” do PT e da Odebrecht que tenha se beneficiado com recursos do BNDES, pode enviar uma missão diplomática ao Brasil, incluindo um veículo oficial dentro do avião. Este veículo pode desembarcar em São Paulo e passar livremente pelos portões do aeroporto sem ser vistoriado. De lá, não há nada que impeça que o Diplomata faça uma visita “oficial” ao Instituto Lula, levando de presente uma mala recheada de dólares.

Como o PT financiou obras bilionárias em países como Cuba, Angola e Venezuela, é possível que o partido possa contar com a "colaboração" dos amigos para sustentar militantes, comprar a simpatia de jornalistas e financiar campanhas com o dinheiro roubado do povo.
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