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Lula e Dilma ampliaram tráfico de drogas, acabaram com a Agência de Inteligência e removeram câmeras do Planalto


Os ex-presidentes Lula e Dilma agiram como verdadeiros chefes do crime organizado durante o período em que estiveram a frente do governo brasileiro. Juntos, os dois são os responsáveis pelo maior retrocesso nos mecanismos de inteligência do país.

Segundo o general da reserva Sérgio Etchegoyen, membro da elite do Exército brasileiro, as medidas adotadas pelos petistas, como a extinção da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a eliminação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ajudaram os petistas não apenas a "encobrir" as tretas dos dois no Palácio do Planalto, mas também lhes tirou o controle de informações que poderiam inibir a ação do crime organizado e até mesmo evitado os massacres nos presídios.

Sob a égide dos governos Lula e Dilma, os narcotraficantes ampliaram seu poder de atuação no país e desenvolveram rotas seguras para ingressar com grandes volumes de contrabando, de armas e drogas pelas fronteiras, que também foram abandonadas durante as gestões dos petistas. Durante este período, prosperaram grupos como o PCC, Comando Vermelho e Família do Norte, que hoje atuam sob a forma de "franquias" em praticamente todas as regiões do país.

Lula e Dilma chegaram ao extremo de mandar retirar as câmeras de vigilância do Palácio do Planalto para impedir registros de movimentação de pessoas no local. Como bem observou a colunista do Estadão, Eliane Cantanhêde, "Qualquer órgão público, prédio de apartamentos, shopping ou loja tem câmeras de segurança, fundamentais para desvendar dezenas, talvez centenas de crimes. Mas justamente o prédio mais importante do País não tem câmeras há oito anos"


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