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Lula afirmou que políticos são mais honestos que servidores. Que mentalidade doentia poderia conceber tal raciocínio?


O ex-presidente Lula já comprovou ser uma pessoa completamente desqualificada e defensor de conceitos morais distorcidos em relação aos demais membros da sociedade. Lula alega que receber presentes e benefícios de empresas em troca de contratos superfaturados não é crime. O petista acredita que receber dinheiro de forma dissimulada e em nome de laranjas é uma forma infalível de se esquivar dos braços da Lei.

Há poucos meses, o petista ficou indignado com uma denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Federal, MPF, no qual foi acusado pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Lula chamou os procuradores do MPF de "meninos", numa clara tentativa de desqualificar o trabalho dos jovens, porém experientes servidores. O petista também ironizou o fato de alguns dos procuradores eram evangélicos e afirmou que eles se sentem "ungidos por Deus".

Na prática, Lula tentava justificar seus crimes, com pinceladas de que tudo que fez era "normal". Mas o pior viria por seguir. O petista que figura como réu em cinco ações penais e é investigado em outros tantos inquéritos criminais nos quais é acusado de ter cometido crimes como lavagem de dinheiro em pelo menos uma centena de oportunidades, afirmou que os políticos são mais honestos que os funcionários públicos, em outro ataque as membros concursados do Ministério Público:

 "Eu de vez em quando falo que as pessoas achincalham muito a política, mas a posição mais honesta é a do político, sabe por quê? Por que todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua encarar o povo e pedir voto. O concursado não. Se forma na universidade, faz um concurso e tá com um emprego garantido para o resto da vida", afirmou Lula.



Na ocasião, o presidente da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac), Marco Antônio Araujo Junior, classificou a comparação do ex-presidente como “leviana” e “absurda”.

— Soa muito mal para alguém que dirigiu um país fazer uma comparação leviana desta natureza. Podemos dizer, com convicção, que os aprovados em concursos públicos são extremamente bem preparados, que dedicaram anos de estudo. Menosprezar a categoria para elevar a figura de um político que roubou é uma comparação absurda — criticou.
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