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Governo destrói queixa de Lula à ONU. Ministério de Relações Exteriores desmente completamente argumentos do petista


O governo brasileiro encaminhou um documento ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, na Suíça em que sugere que seja desconsiderada a queixa protocolada pelo ex-presidente Lula, na qual o petista alegou ser vítima de violações de direitos humanos na Operação Lava Jato.

Na queixa, Lula se diz perseguido pelo juiz federal Sérgio Moro e pelos procuradores da República. Os documentos foram encaminhados ao Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, em Genebra. As autoridades nacionais afirmam na defesa que o ex-presidente tem tido um processo “imparcial”.

O governo brasileiro considerou que Lula se tornaria réu em outras ações penais e aguardou a conclusão dos inquéritos, para então se pronunciar sobre a improcedência das queixas do ex-presidente, que estaria tentando explorar sua condição de investigado colocando-se no papel de vítima.

A contestação apresentada à ONU contra a queixa de Lula foi elaborada conjuntamente pelo Ministério de Relações Exteriores, Procuradoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União (AGU). O documento desfaz completamente os argumentos apresentados pela defesa do petista, informando que o mesmo se encontra em liberdade, circula livremente pelo país e dispõe de amplo acesso aos meios de defesa, de acordo com as leis brasileiras.  Assim como qualquer cidadão, Lula será julgado pelos crimes pelos quais é acusado e terá que comprovar sua inocência.

Lula é réu em cinco ações penais, acusado de pelo menos uma centena de crimes como lavagem de dinheiro, tráfico de influência, ocultação de patrimônio e organização criminosa.
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