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Gleisi Hoffmann não seria senadora sem o dinheiro roubado da Odebrecht pedido por Dilma


A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), não ocuparia o cargo que ocupa, não fosse os esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo seu Marido, seu partido e a empreiteira Odebrecht. O ex-presidente da empreiteira,Marcelo Odebrecht, confirmou ter repassado R$ 4 milhões não declarados à senadora petista para saldar suas dívidas na campanha de 2014.  O pedido teria sido feito a mando da ex-presidente da República Dilma Rousseff. As informações são da revista IstoÉ.

A declaração de Odebrecht ocorreu em delação premiada, firmada com a Operação Lava Jato em conjunto com dezenas de ex-executivos e funcionários da empreiteira. Atualmente, o ex-presidente da empresa se encontra preso na Polícia Federal de Curitiba (PR).

De acordo com o depoimento, Gleisi ficou com as dívidas na mão após perder a eleição para o governo no Paraná em 2014 e o PT não quis saldá-las. Assim, Dilma teria prestado socorro à senadora, fazendo o pedido a Odebrecht.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, autorizou a abertura do segundo inquérito para investigar Gleisi Hoffmann na Operação Lava Jato. A parlamentar é suspeita de corrupção passiva.

A senadora já é ré na Corte por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Em setembro, a Segunda Turma do STF aceitou por unanimidade a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra a petista e o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, na Lava Jato.
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