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Gleisi Hoffmann entra em 2017 com pé esquerdo e cai na Lava Jato. STF autoriza quebra de seu sigilo telefônico


A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) começou o ano acumulando mais uma derrota na Justiça com a determinação da quebra do seu sigilo telefônico. A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato na Corte, deferiu o requerimento formulado pouco antes do recesso da corte em dezembro.

Gleisi aparece na lista do setor de propinas da Odebrecht com o apelido “Coxa” e é apontada como beneficiária doo esquema de corrupção da empreiteira. A petista é acusada de ter recebido meio milhão de reais em  dinheiro vivo durante sua campanha para o governo do Paraná em 2014. Documentos encontrados pela Polícia Federal na sede da empreiteira relacionam o codinome “Coxa” a um número de telefone e a um endereço em São Paulo onde funciona a agência Sotaque Publicidade e Propaganda. O dono da linha telefônica é Bruno Martins Gonçalves Ferreira, ex-sócio da Sotaque, empresa que era administrada pelo marqueteiro Oliveiros Domingos Marques Neto, responsável pela campanha fracassada de Gleisi em 2014.

Além da quebra de sigilo telefônico de Gleisi, o ministro  Teori Zavascki também autorizou a quebra dos sigilos de Bruno Martins Gonçalves, Leones Dall’agnol e de Fernando Migliaccio, um dos 77 delatores da Odebrecht. O objetivo dos investigadores é conferir se os suspeitos se comunicaram entre si e depois provar, a partir de dados da localização dos celulares, que eles se reuniram na sede da Odebrecht.
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