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Fracassa candidatura de Lula. PT recua diante de dificuldades. Sem apoio de artistas, sem palanques e sem gás


O PT recuou da ideia de lançar a candidatura do ex-presidente Lula ao Planalto. O recuo estratégico é um sinal de fracasso nas tentativas de Lula e do partido de sensibilizar setores da esquerda e até mesmo militantes petistas famosos, como artistas e personalidades públicas que não quiseram se manifestar sobre o assunto.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, também refletiu o impacto do grande repúdio a candidatura de Lula nas redes sociais. Falcão afirmou em artigo publicado no site da legenda que os militantes petistas devem opinar publicamente sobre a possibilidade de Lula ser novamente candidato à Presidência da República.

O PT espera conseguir mobilizar jornalistas de aluguel e militantes pagos, hoje são poucos, para que manifestem publicamente o apoio ao ex-presidente, Lula. Falcão deu a entender que este tipo de mobilização permitirá que Lula possa ser lançado candidato no Congresso Nacional do PT, Mas após o fiasco da "inauguração informal" de um trecho da transposição do Rio São Francisco, onde compareceram apenas militantes, Lula e o PT perceberam que não estão com esta bola toda. Uma em cada 100 pessoas era moradora da região.

Falcão chegou a pedir o apoio de militantes para o lançamento da candidatura de Lula“Acho que chegou a hora de a militância começar a opinar publicamente. Quem sabe, assim, possamos, durante o 6º Congresso, torná-lo nosso candidato”. Mesmo com o apelo, nada aconteceu e o PT não conseguiu mobilizar a própria militância nem nas redes sociais.

Outra dificuldade de Lula e do PT nos últimos dias tem sido a de encontrar palanques pelo país, já que o partido perdeu praticamente todas as prefeituras de peso, como São Paulo e em todas as capitais do nordeste.

Diante de tantas dificuldades, Rui Falcão recuou sobre lançar a candidatura de Lula esta semana e reforçou que o partido ainda não tomou uma decisão oficial de lançar o ex-presidente como candidato, mas que o PT não cogita “plano B” para a “aspiração nacional”, que seria a volta de Lula ao comando do País.

“Tanto quanto em outras ocasiões que tenho presenciado, Lula ainda não admite ser candidato, mas reitera, com muita convicção, que está preparado e sabe exatamente o que é preciso fazer para tirar o Brasil da crise, criar empregos, distribuir renda, reacender o ânimo e a confiança da população”, escreveu Falcão.

Os partidos de esquerda não demonstraram grande entusiasmo em apoiar a candidatura prematura de Lula, diante da ameaça de ele se tornar inelegível pela Lei da Fica Limpa, caso seja condenado em algumas das ações penais em que figura como réu. Segundo setores da esquerda, seria um "mico" muito grande se precipitar nesta direção. Outro problema de Lula, além da falta de palanques e de apoio dos partidos de esquerda é a sua altíssima taxa de rejeição, que praticamente inviabiliza sua candidatura, diz um dirigente de partido.

Rui Falcão e Lula se sentiram frustrados com a situação atual. Para desconversar sobre os problemas enfrentados pelo candidato e seu partido, o presidente do PT alegou que "A partir do lançamento da candidatura, será possível construir uma forte aliança com movimentos sociais e partidos populares, em torno de um programa de “reformas e transformações estruturais”.
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