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Cármen Lúcia a meio caminho. Presidente do Supremo autoriza equipe de Teori a retomar as delações da Odebrecht


A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, está avaliando se deve ela mesma homologar a delação dos 77 executivos do Grupo Odebrecht antes do final do recesso da Corte, no final de janeiro. Enquanto isso não acontece, Cármen Lúcia de autorização para que seja dado prosseguimento aos trabalhos realizados pelos juízes auxiliares na homologação das delações da Odebrecht na Operação Lava-Jato.

Os trabalhos feitos pela equipe por delegação do ministro haviam sido paralisados com a morte de Teori no último dia 19. Cármen Lúcia, na qualidade de plantonista durante o recesso judiciário do Supremo, deu uma autorização para que a força-tarefa retome a análise das propostas de delação.

A decisão de Cármen Lúcia representa um grande avanço no dramático cenário de incertezas que rondam a Lava Jato e foi motivada pela urgência do caso e a existência de uma agenda prévia, com audiências já marcadas. A fim de evitar haja atraso maior, Cármen Lúcia optou por liberar o prosseguimento dos trabalhos, enquanto analisa quem deve assumir a relatoria da operação de combate à corrupção.

Já é meio caminho andado. Esta semana, membros da força-tarefa da Operação Lava jato ensejaram o desejo de que Cármen Lúcia deveria lançar mão de suas prerrogativas e se encarregar de homologar a delação da Odebrecht o quanto antes. Esta decisão permitiria a abertura de novos inquéritos e até mesmo novos desdobramentos de investigações que estão em compasso de espera. Neste cenário, até mesmo a definição de um novo relator para os casos da Lava Jato no Supremo ocorreria em um clima de mais tranquilidade e menos desconfiança.
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