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Cármen Lúcia emite sinais de que pode homologar delação da Odebrecht na segunda, apesar da pressão dos colegas


Alguns indicativos na fala da  presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia esta semana sinalizaram que ela deve mesmo homologar  as delações de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht até a próxima segunda, antes do fim do recesso na Corte.

Um grupo de juízes auxiliares que atuavam no gabinete do ministro Teori Zavascki  concluiu nesta sexta-feira (27) as audiências com os todos os executivos e ex-executivos da empreiteira, cumprindo com todos os requisitos prévios para a homologação das delações.

Em meio à expectativa sobre a indefinição se vai ou não homologar as delações, Cármen Lúcia, recusou-se a falar sobre o assunto esta semana. Indagada se ela mesma poderia homologar os acordos, a ministra desconversou: “Sobre esse assunto eu não falo. Nem sob tortura.”

A ministra deu a entender que sofre grande pressão para não homologar o acordo e deixou escapar que tem evitado tratar do assunto com seus colegas da Corte.

“Hoje eu não conversei com ninguém, com nenhum dos ministros (sobre Lava Jato). Não sei de nada. Hoje tratei de liminares, não posso falar nada”, afirmou Cármen, que trabalha em regime de plantão durante o recesso do Judiciário, que vai até o dia 31 de janeiro.

Questionada se a "barra estaria pesada" pelo STF, Cármen desabafou: "Nem me fale!", confirmando as suspeitas sobre a pressão que tem sofrido no sentido de deixar a homologação para o futuro relator do caso.

A ministra afirmou que recebeu pessoas próximas a Teori na quinta-feira  e na sexta-feira (27) recebeu outros familiares. Cármen Lúcia passará o fim de semana analisando as delações já concluídas e deve anunciar sua decisão já na próxima segunda-feira, 30.
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