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Cármen Lúcia aguarda laudo sobre que de avião com Teori Zavascki. Caso não tenha sido acidente, muda tudo


A presidente do Supremo Tribunal Federal deve tomar decisões muito importantes ao longo desta semana. Entre elas, a de assumir ou não a homologação das delações dos executivos do Grupo Odebrecht. Seria muita inocência afirmar categoricamente que a queda do avião que causou a morte do relator da Lava Jato no Supremo, Teori Zavascki, tenha sido mesmo um  acidente.

Os interesses envolvidos no maior acordo de delação da história são enormes e envolve gente muito poderosa para se descartar a possibilidade de um atentado ou sabotagem. Setores empresariais, partidos políticos, setores do governo, no Congresso e até mesmo no STF existem forças poderosas que estão sendo confrontadas neste momento. Alguns ministros já externaram ser contra a homologação da delação da Odebrecht antes da escolha de um novo relator. É duro ter de considerar tal hipótese, mas também é mais prudente que se aguarde os resultados das perícias e laudos que estão sendo elaborados pela Polícia Federal e Ministério Público. O inquérito que investiga as circunstâncias da morte de Teori é sigiloso, segundo decisão da Justiça Federal.

No caso de alguma confirmação ou mesmo suspeita de que a morte de Teori tenha sido fruto de alguma conspiração, a postura da presidente do Supremo deverá mudar drasticamente, tendo em vista a gravidade desenhada por tal cenário. Cármen Lúcia precisaria se fechar em copas, antes de prosseguir confiando em todos ao seu redor. A ministra conversou nesta segunda-feira (23) com o juiz federal Márcio Schiefler Fontes, que era o principal auxiliar do ministro Teori Zavascki na relatoria da Lava Jato.
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