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Após dura de Alexandre de Moraes, MST fica mais light. Medo da "borracha" afasta manifestantes


O Movimento dos Sem Terra (MST) reavaliou os riscos de organizar manifestações e atos violentos ao longo de 2016, apesar de ter sido este o ano do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Os líderes do movimento haviam prometido colocar fogo no país, mas se depararam com a firme determinação do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de inibir os atos de vandalismo planejados pelo grupo.

Eles bem que tentaram, mas os poucos atos violentos foram logo contidos por ações enérgicas das polícias estaduais, instruídas a tratar certos tipos de manifestação como atos de terrorismo, como bloqueio de estradas, queima de pneus e invasões a prédios públicos e privados. Além da falta de "disposição" dos manifestantes, a direção do movimento detectou a crescente antipatia da sociedade contra os atos violentos estimulados pelo PT. O repúdio ao movimento se estendeu ao trabalhador comum.

Diante da inflexibilidade do ministro da Justiça em "contemporizar" com movimentos sociais violentos e do medo da borracha por parte dos integrantes, o MST recuou e abandonou algumas de suas táticas. Acuados, os líderes do movimento passaram a promover atos menos ostensivos, como encontros políticos fechados.

Esta semana, o MST  promoveu um "encontro" com governadores, senadores e deputados petistas em Fortaleza (CE). Estava prevista a presença do presidente do PT, Rui Falcão, dos governadores Wellington Dias (PT), do Piauí, e Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, além dos senadores José Pimentel (PT-CE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffman (PT-PR).
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