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Acabou a vagabundagem. Força-tarefa de Intervenção Penitenciária de Alexandre de Moraes retoma presídio de Alcaçuz



Acabou a farra do crime organizado na na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. A Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária, criada pelo ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, vai retomar o controle do presídio, dominado desde o dia 14 de janeiro por duas facções criminosas.

Os integrantes da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) já chegaram ao Rio Grande do Norte e deve das início imediato a atuação na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal. O objetivo da força-tarefa será a retomada do controle do presídio que está sob domínio dos detentos, que circulam pelo pátio e pelos pavilhões.

Os 78 agentes vêm do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ligado ao Ministério da Justiça, do Rio de Janeiro, do Ceará, de São Paulo e do Distrito Federal e devem permanecer no estado por 30 dias. A definição do início da atuação destes agentes ocorreu em uma reunião entre a Secretaria de Justiça e da Cidadania do Estado (Sejuc) e as forças envolvidas na operação de retomada de Alcaçuz.

A Força-tarefa de Intervenção Penitenciária criada por Alexandre de Moraes é formada por agentes penitenciários federais, estaduais e do Distrito Federal e atuará em apoio aos governos estaduais em situações extraordinárias de grave crise no sistema penitenciário.

Compete à FTIP atividades de serviço de guarda, vigilância e custódia dos presos. A composição da Força-tarefa será na forma dos Acordos e Convênios de Cooperação Federativa da Força Nacional de Segurança Pública celebrados com os Estados e o Distrito Federal.

Remanescentes do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, os sete membros da cúpula do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) pediram demissão por discordarem da nova política do ministro Alexandre de Moraes.  O ministério confirmou que todos eram identificados com o governo petista, período em que o “descalabro penitenciário foi acentuado”. Todos os que renunciaram foram nomeados ainda no governo Dilma Rousseff,

“O grupo que ora se despede identificava-se com a gestão anterior. O Conselho passará, ao natural, por renovação, o que proporcionará melhor compreensão do dramático cenário herdado. O descalabro penitenciário não é de hoje, não tem oito meses, mas décadas. Claro, sobretudo, foi acentuado nos últimos 14 anos. O Conselho tem papel relevante no enfrentamento da situação e, agora, poderá aperfeiçoar sua contribuição, não apenas no diagnóstico da situação, mas, também, com medidas efetivas e corretivas”, diz a nota distribuída pelos assessores de Moraes.

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