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Acabou para Dilma. Juiz Schiefler Fontes vai a Curitiba confirmar com Marcelo Odebrecht teor de sua delação.


A convergência de dois processos em curso no momento promete ser devastadora para a ex-presidente Dilma Rousseff nos próximos dias. Em um deles, a petista é apontada pela Polícia Federal e Tribunal Superior Eleitoral por envolvimento em um esquema de desvios de recursos de campanhas e uso de laranjas ligados ao PT. O esquema que contava com o uso de empresas de fachada desviou milhões em recursos declarados pela própria Dilma à Justiça eleitoral como gastos de campanha.

Em outro cenário ainda mais devastador para a petista, o juiz Márcio Schiefler Fontes vai a Curitiba na próxima sexta-feira coletar a confirmação das informações prestadas pelo empresário Marcelo Odebrecht em sua delação na Operação Lava Jato.

O juiz Schiefler é um dos principais auxiliares do ministro Teori Zavascki e deve ouvir do próprio Marcelo Odebrecht a confirmação de que sua delação foi feita de livre e espontânea vontade. Este procedimento é uma mera formalidade que precede a homologação dos acordos de delação premiada.

Logo após confirmar que o depoimento prestado pelo empreiteiro foi tomado contando com sua de livre e espontânea vontade, o juiz deve pedir que Marcelo confirme que tudo o que está escrito nos termos de declaração é verdade e corresponde a realidade. No mesmo dia, a delação de Marcelo Odebrecht estará apta para ser homologada imediatamente. A homologação da delação do executivo pode ser feita pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, que deve atender ao pedido de urgência neste caso formalmente encaminhado esta semana pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

É ai que Dilma começa a ser confrontada pelos fatos perante a lei, conforme manda o figurino. Após a homologação da delação de Marcelo Odebrecht, independente da homologação dos demais executivos do Grupo, a justiça poderá determinar uma série de medidas contra os denunciados na delação, como novas diligências policiais, abertura de novos inquéritos e processos.

Marcelo Odebrecht confirmou que pagou propina a Dilma e ao PT para quitar dívidas de campanha da petista. Segundo o empreiteiro, Dilma lhe pediu propina pessoalmente e o pressionou para que efetuasse pagamentos ao casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana. 
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