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Sérgio Moro impõe outra derrota a Lula e detona defesa do petista, que queria tornar procuradores suspeitos


O ex-presidente Lula sofreu outra derrota em mais uma de suas ações tresloucadas contra seus investigadores. A defesa do petista havia solicitado ao juiz Sérgio Moro que considerasse os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) suspeitos para denunciá-lo. Obviamente, Moro negou o pedido..

Os advogados de Lula acusam os membros do Ministério Público de terem apontado o ex-presidente como chefe de uma organização criminosa.

Moro esclareceu que "o Ministério Público é parte, então dele não se espera propriamente imparcialidade". "Ainda assim, por sua vinculação à lei e por ter por objetivo promover não interesse próprio, mas o interesse da sociedade em Juízo, é uma parte sui generis.Não pode o representante do Ministério Público agir, por exemplo, na promoção de algum interesse pessoal, por rancor ou por favorecimento", escreveu o juiz.

Moro ainda criticou a argumentação feita pela defesa do petista como "simplória" ou pouco inteligente. "Poderia ser assim resumida, como o acusado Luiz Inácio Lula da Silva é inocente, todos os que agem contra ele, no caso os Procuradores da República que apresentaram a denúncia, são seus inimigos e só podem estar agindo com intuito político partidário ou político-ideológico", afirmou o juiz.

O juiz lembrou que, normalmente, a defesa do ex-presidente utiliza tons mais desrespeitosos com o MPF do que o contrário. "Quanto aos adjetivos utilizados na denúncia, trata-se de argumentação do MPF e não se vislumbra, com facilidade, neles um tom desrespeitoso. Certamente, a imputação de crime a outrem nunca é totalmente respeitosa, já que contém afirmações incriminadoras contra o acusado, mas isso não é causa de suspeição ou impedimento. Aliás, sobre linguagem e adjetivos, as peças da Defesa são, usualmente, bem mais desrespeitosas com a Acusação do que o contrário", pontuou o juiz.

O ex-presidente Lula tem tido gastos astronômicos com ações infrutíferas e sem qualquer fundamento, apenas com o propósito de explorar as ações de forma política em palanques, nas redes sociais e nos blogs de aluguel mantidos por jornalistas que viviam das verbas públicas durante os governos petistas.

O ex-presidente já havia movido uma ação similar contra o próprio juiz Sérgio Moro, antes desta, na qual formulou um pedido de suspeição contra os membros do Ministério Público. O fato do magistrado ter se referido a ação como uma iniciativa  "simplória" (burra, tola, ignorante) está associado ao que diz o Código de Processo Penal, que não envolve o Ministério Público em casos de suspeição. Dos artigos 252 ao 256, a lei explica os casos em que "apenas um juiz" pode ser considerado suspeito para proceder ao julgamento de qualquer ação penal.
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