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O maior temor de Lula se confirmou. Marcelo Odebrecht destruiu o petista em sua delação mundial


Desde o início da Operação Lava Jato, a prisão do executivo Marcelo Odebrecht era vista como a maior fonte preocupação pela cúpula do Partido dos Trabalhadores. O poder de fogo do empreiteiro contra o ex-presidente Lula, a ex-presidente Dilma e o PT como um todo era tido como algo simplesmente devastador, dado o alto grau de comprometimento do partido com os esquemas de corrupção com o grupo.

A prisão do executivo foi encarada como uma catástrofe, a ponto da ex-presidente Dilma ter se envolvido em uma trama para tirá-lo da cadeia, tamanho era o seu desespero. A consequência não podia ser outra. Delatada por seu ex-líder no Senado, Delcídio Amaral, a petista responde processo no Supremo Tribunal Federal pelo crime de tentativa de obstrução de Justiça.

Além do fracasso da manobra de Dilma em nomear um ministro no STJ, incumbido de aliviar a prisão de Marcelo Odebrecht, outro fato acabou encorajando não apenas o empreiteiro, mas todo o grupo a firmar um acordo amplo de delação premiada com o Ministério Público Federal: o entendimento do Supremo Tribunal Federal no sentido de manter a possibilidade de prisão após uma condenação por colegiado de segunda instância.

Acuado, diante da possibilidade de ter que cumprir uma pena superior a vinte anos e do risco de ver seu grupo empresarial desmoronar, Marcelo e seu pai, Emílio Odebrcht, chegaram ao consenso de que o melhor a ser feito era revelar boa parte das tramoias envolvendo o ex-presidente Lula, sua sucessora Dilma Rousseff e outra centena de políticos "ilustres".

O depoimento em que revela detalhes sobre a "conta propina" do ex-presidente Lula, os repasses ilegais para as campanhas de Dilma e as compensações financeiras a ministros dos governos do PT está escrito, gravado em vídeo e ratificado pelo MPF. Todos os arquivos já estão em poder do Supremo Tribunal Federal, STF, em Brasília, com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e com autoridades na Suíça.

Após a homologação do acordo de delação da Odebrecht pelo STF, em fevereiro, Lula será confrontado de forma insofismável.

Marcelo Odebrecht, relatou a procuradores da Lava Jato que uma espécie de conta que a empresa mantinha em nome de Lula tinha o objetivo de controlar os repasses de propina ao petista de forma sistemática.

Marcelo e outros funcionários da empreiteira, confirmaram a criação de uma "conta" para Lula, abastecida pela área da empresa denominado Setor de Operações Estruturadas, a responsável pelo pagamento de propinas e de caixa dois.

A conta, conforme os delatores, era gerenciada pelo ex-ministro Antonio Palocci, preso desde setembro. Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci que também chegou e ficar preso em Curitiba, é apontado como um dos encarregados de transportar o dinheiro em espécie que abastecia a "conta", batizada com o codinome "amigo", numa referência a "amizade" de Lula com Emílio Odebrecht e em virtude de sua "benevolência" com o grupo empresarial.

Como se não bastasse, Marcelo Odebrecht e seu pai ainda delataram as falcatruas envolvendo o terreno que ajudaram a comprar para o Instituto Lula, as reformas no triplex no Guarujá, os detalhes sórdidos envolvendo a aquisição e reforma do sítio em Atibaia e os repasses milionários a Lula por suas palestras falsas. Tudo gravado em vídeo. Vai ser lindo assistir a tudo isso. Vai ser lindo ver Lula negando. Vai ser lindo ver lula indo em cana. 2017 promete.

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