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O gigante se curvou para a eficiência de Sérgio Moro. Super Delação da Odebrecht sepultou Lula, Dilma e o PT perante o resto do mundo.


A Operação Lava Jato atingiu um de seus maiores objetivos ao final deste ano de 2016, com a conclusão do acordo de delação premiada da Odebrecht, a maior empreiteira da América Latina. Após quase três anos de investigações, a força-tarefa liderada pelo juiz federal Sérgio Moro, baseada em Curitiba, concluiu o maior acordo da história mundial envolvendo esquemas de corrupção.

Além de colher os depoimentos de 77 executivos do grupo, que servirão para incriminar centenas de políticos, o Ministério Público Federal celebrou o acordo histórico com os governos dos Estados Unidos e Suíça, expandindo a investigação para o nível internacional.

O Departamento de Estado americano inclusive já divulgou ao mundo os detalhes da mega investigação ocorrida no Brasil e pode, a partir de agora, indiciar vários membros dos governos do PT, incluindo o ex-presidente Lula, sua sucessora, a ex-presidente Dilma Rousseff e vários membros dos gabinetes dos governos do PT, como Antonio Palocci, Guido Mantega e Jaques Wagner.

A gigante Odebrecht finalmente se curvou a eficiência dos membros da força-tarefa da Lava Jato e acabou cedendo ao Ministério Público Federal a formalização dos acordos de delação premiada e o acordo de leniência no âmbito da investigação liderada pelo juiz Sérgio Moro.

As negociações que culminara na assinatura dos documentos foram longas e envolveram uma série de acordos, em virtude do grande volume de informações que já começaram a disponibilizadas pela Justiça americana. Além de Marcelo Odebrecht, que está preso em Curitiba, outros executivos da empreiteira e até mesmo seu pai, Emílio Odebrecht, confirmaram as negociações envolvendo esquemas de corrupção e negociação de Medidas Provisórias diretamente com o ex-presidente Lula e outros ministros do PT.

Desde a chegada do PT ao Poder em 2003, quando o ex-presidente Lula assumiu seu primeiro mandato, o faturamento do grupo cresceu mais de 3000%, saltando de cerca de U$ 5 bilhões para quase U$ 150 bilhões. Nenhuma empresa no mesmo ramo de atividade experimentou um crescimento tão fabuloso em toda a história da humanidade.

A demora no fechamento do acordo gerou uma série de expectativas entre a população, que via com desconfiança a possibilidade de um desfecho tão devastador para o ex-presidente Lula e os membros de seu partido, além de outros políticos ilustres que participaram da base aliada dos governos do PT ao longo de mais de 13 anos.

A super delação da Odebrecht deve arrastar para Curitiba toda a cúpula do Partido dos Trabalhadores, incluindo o ex-presidente Lula, a ex-presidente Dilma Rousseff e vários senadores, deputados e ex-ministros dos governos petistas.

Os envolvidos nos esquemas de corrupção na Petrobras também devem enfrentar duros processos internacionais, sobretudo nos Estados Unidos, onde os papeis da estatal são negociados na bolsa de valores. A comprovação de que os executivos do grupo se alinharam aos governos petistas para lesar a companhia, e consequentemente os investidores americanos, vai gerar uma série de consequências para os envolvidos perante as autoridades americanas.

Além da derrocada moral do ex-presidente Lula e de todos seus aliados políticos perante a comunidade internacional, o PT também passa a ser visto como um partido essencialmente corrupto por chefes de estado em todo o mundo. Um desfecho trágico para aqueles que passaram a vida defendendo bandidos.
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