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Nova denúncia contra Lula, a 6ª, tem relação com a multa aplicada pela Receita Federal no Instituto Lula


O ex-presidente Lula deve se tornar alvo da 6ª denúncia criminal por parte do Ministério Público Federal do Paraná, no âmbito da Operação Lava Jato, nos próximos dias. Uma intrincada teia desvendada pelas investigações deve envolver o petista de forma irresistível em mais um processo em que se tornará réu pela sexta vez.

Trata-se do inquérito envolvendo o práticas criminosas do petista envolvendo o sítio em Atibaia. Várias frentes de investigações convergem para a propriedade utilizada pelo ex-presidente, logo que deixou a presidência da República em 2010.

Lula é suspeito de ter adquirido a propriedade através de laranjas e de ter recebido propina de empreiteiras de forma dissimulada, através das obras de ampliação e reforma do sítio.

No caso das benfeitorias, dois delatores já confirmaram que as mesmas foram feitas como forma de repasse de propina ao ex-presidente. Marcelo Odebrecht, da empreiteira que leva seu nome, e Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS. Os dois executivos repassaram cerca de R$ 3 milhões a Lula sob a forma de reformas, ampliações e melhorias no sítio de Atibaia, incluindo ai uma cozinha planejada, a ampliação da lagoa do sítio e a construção de uma adega para armazenar o conteúdo de dois caminhões refrigerados que Lula trouxe de Brasília repletos de bebidas.

A terceira frente de investigação está relacionada com a autuação do Instituto Lula esta semana. A entidade que leva o nome do ex-presidente foi multada em cerca de R$ 2 milhões por desvio de finalidade. A principal irregularidade identificada nas auditorias realizadas pela Receita Federal foi o pagamento de R$ 1,3 milhão, nos anos de 2013 e 2014, para a empresa G4 Entretenimento, que pertence a Fábio Luís, filho do ex-presidente; e a Fernando Bittar, dono do sítio de Atibaia.

As investigações convergem para uma conclusão bastante elementar: Lula recebeu propinas através de seu Instituto e repassou o dinheiro aos possíveis laranjas para que pudessem comprar a propriedade em Atibaia.

Ao que tudo indica, o Ministério Público no Paraná já possui um vasto arsenal probatório para oferecer a denúncia contra Lula. A homologação do acordo de delação da Odebrecht, previsto para fevereiro, pode ser o último fator a ser confirmado, antes do oferecimento da sexta denúncia criminal contra o petista. 
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