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Lula e PT sem a narrativa da perseguição política e vazamentos seletivos


O ex-presidente Lula e o PT ficaram sem seu maior argumento contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato. O acordo de delação premiada da Odebrecht, que vem sendo costurado pelos membros da força-tarefa da Lava Jato há mais de um ano, sepulta definitivamente a narrativa de Lula e de seu partido sobre uma suposta perseguição política contra o ex-presidente e uma tentativa de criminalizar seu partido.

Para piorar, o vazamento da delação de um dos executivos do grupo joga por terra outra narrativa bastante explorada pelos petistas: a dos vazamentos seletivos. O ex-diretor da Odebrecht, Claudio Melo Filho, delatou políticos de vários partidos, inclusive do PSDB.

Embora demorada, a assinatura do acordo de delação da Odebrecht comprova que a Lava Jato atua de forma consistente e apartidária, tendo em vista que a investigação alcança políticos da maioria das legendas do país. Isto significa que, excetuando-se o fato de ter sido apontado como o chefe da organização criminosa,  Lula não tem nada de 'especial' nem como investigado.

O fato do acordo de delação da Odebrecht ter demorado não significa que a Lava Jato não investigava políticos de outros partidos. Apenas comprova que Lula explorou mais este fato politicamente, de forma temporal, para posar de vítima perante o mundo. Isso acabou. A justiça tarda, mas não falha, Pelo menos na Lava Jato.

Lula e o PT ficaram sem seu principal argumento no Brasil e no exterior. Foram todos jogados na vala comum da corrupção.
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