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Lula e Dilma anunciam que vão a Cuba, logo após Emílio Odebrecht assinar acordo de delação na Lava Jato


O Instituto Lula acaba de divulgar uma nota no final da tarde desta quinta-feira (1º) informado que os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff pretendem viajar a Cuba neste fim de semana para participar das homenagens a Fidel Castro.

A decisão tardia dos dois petistas em prestar homenagem ao ditador cubando coincide com o anúncio da assinatura do acordo de delação premiada do empresário Emílio Odebrecht  com a força-tarefa da Operação Lava Jato.

A repentina vontade de ir para Cuba também coincide com o anúncio da assinatura do acordo de delação de Marcelo Odebrecht também nesta quinta-feira (1º).

Emílio Odebrecht esteve por trás de praticamente todos os negócios de sua empreiteira durante os dois mandatos do ex-presidente Lula. Já seu filho, Marcelo Odebrecht, comandou os esquemas de corrupção da empreiteira com o PT durante o mandato e meio da ex-presidente Dilma. Um ano antes de assinar seu próprio acordo, Emílio Odebrecht dizia a políticos da oposição que defendia que o filho, Marcelo, fizesse delação premiada e contasse o que sabe sobre Dilma Rousseff, mas ele próprio ainda tinha a esperança de conseguir poupar Lula. Não conseguiu, pois de outro modo, não conseguiria firmar o acordo assinado nesta quinta.

Para se ter uma ideia de quanto o grupo empresarial roubou durante os 13 anos de governos do PT, a Odebrecht assinou nesta quinta-feira um acordo de leniência no qual se compromete a devolver R$ 6.7 bilhões do dinheiro que roubaram do contribuinte com a conivência dos governos do PT de Lula e Dilma. Parece muito dinheiro, mas a parceria criminosa do PT com a Odebrecht levou a empresa a saltar de um faturamento de U$ 5 bilhões em 2002 para U$ 140 bilhões em 2014. Os US$ 2,5 bilhões que se comprometeram a devolver ao povo é troco, em vista do que roubaram com a ajuda do PT.

Marcelo e Emílio Odebrecht devem ter revelado não apenas os esquemas de corrupção na Petrobras, mas também no BNDES. De outro modo, não conseguiriam chegar a um bom termo no acordo de delação com a força-tarefa da Lava Jato. Tanto Lula quanto Dilma se beneficiaram do dinheiro roubado do povo. O PT usou o dinheiro roubado do povo para se manter no poder. A Lava Jato mantém a convicção quase religiosa de que todos os membros da organização criminosa que assaltou os cofres públicos nos últimos 13 anos devam pagar por seus pecados. Em Curitiba, a Justiça tarda, mas não falha.

O anúncio da viagem dos dois petistas para homenagear o ditador tirano de Cuba acontece apenas após seis dias de sua morte. Antes disso, nenhum dos dois havia cogitado a possibilidade. Ao que tudo indica, Lula e Dilma são os principais astros do esquema de corrupção que está prestes a ser revelado na delação de Emílio e Marcelo Odebrecht. Não seria nenhum absurdo supor que os dois jamais voltem ao Brasil.

Para ir a Cuba homenagear o ex-presidente do país, os advogados de Lula enviaram um ofício ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, no qual informaram que o ex-presidente viajará ao país. 
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