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Lava Jato tem surpresas para Lula e Dilma em 2017. Vem ai novidades sobre os R$ 45 bilhões do BNDES liberados para a Odebrecht e OAS

Muitos petistas se queixavam do fato da Lava Jato ter condicionado o avanço na delação dos presos Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro ao esclarecimento de esquemas de corrupção em acordos bilionários em concessões de aeroportos durante governo Dilma.

Como se viu no acordo celebrado entre a Odebrecht e o Ministério Público Federal, MPF, a Lava Jato estava certa. Falta ainda a delação de Léo Pinheiro. Esta pode ser mais uma guilhotina que vai decepar toda a empáfia da ex-presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula. Os membros do Ministério Público Federal trabalham há quase um ano em duas delações que prometem ser devastadoras para o PT:

O acordo de delação premiada do empreiteiro Marcelo Odebrecht é um dos mais extensos e complexos de toda a Operação Lava Jato. Apesar de concluído, a Força-tarefa de Curitiba tem algumas surpresas para os petistas no que diz respeito a liberação de recursos do BNDES.

Uma outra delação de alguém que tem muitos segredos a revelar aos procuradores do Ministério Público Federal está prestes a ser anunciada: José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS e amigo de Lula. Tanto Marcelo Odebrecht quanto Léo Pinheiro foram bem "estimulados" a falar um pouco do que sabem sobre os idos dos governos de Lula e Dilma, como condição para que conseguissem validar um acordo de delação.

A equipe da Lava Jato elegeu os contratos de obras de infraestrutura que foram aceleradas por conta da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos do Rio como temas de interesse para negociação nas delações já iniciadas pelos empreiteiros. Os contratos  são referentes à concessões de aeroportos e obras de infraestrutura nos terminais que contaram com aportes financeiros dos fundos de pensão e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Lava Jato já conta com detalhes fornecidos por Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro sobre os negócios que somaram cerca R$ 45 bilhões.

É muito dinheiro. A Odebrecht e a OAS foram as vencedoras de contratos de concessões nos dois principais pacotes de leilões do governo Dilma, em 2012 e 2013. As duas empreiteiras passaram a administrar os aeroportos de maior valor. A OAS passou a integrar a concessionária que administra Cumbica, em Guarulhos (SP) - a GRU Airport, por meio da Invepar, em um negócio de R$ 16 bilhões. A Odebrecht, associada a parceiros internacionais, venceu a concessão do Galeão, no Rio, no valor de R$ 19 bilhões.

A maior parte dos contratos apontam irregularidades. Até agora, os investigadores já encontraram indícios de que houve corrupção no processo de concessão de aeroportos realizadas em 2011, 2012 e 2013, no governo Dilma Rousseff. Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro já foram condenados na primeira instância em processos relativos ao esquema de corrupção na Petrobrás.

O esclarecimento sobre a participação de agentes públicos e desvios para partidos políticos pode trazer novos nomes para o rol dos investigados pela Força-tarefa de Curitiba. As tratativas formais entre defesas de Léo Pinheiro e a Lava Jato foram assinadas nos últimos meses com a Procuradoria-Geral da República. Após a homologação da delação de Marcelo Odebrecht, a delação de Léo Pinheiro representará um divisor de águas para a Lava Jato, para Lula e Dilma e para o Brasil.
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