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Instituto Lula desafia a lógica e o bom senso dos brasileiros. Dono da entidade será preso por descuido


O ex-presidente Lula tem abusado do bom senso das autoridades e da população de modo geral ao refutar acusações claras de que tem praticado crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em uma série de episódios.

A falta de noção com que o petista tenta se desvencilhar de situações óbvias é tão desconcertante, que até mesmo alguns de seus companheiros se sentem "embaraçados" ao repercutir deus argumentos infundados.

As notas do Instituto Lula em que a entidade tenta rebater os motivos que levaram a Receita Federal em autuar a organização criada para zelar pela imagem do petista soam como um abuso da inteligência alheia. Um acinte.

Na maior cara de pau, o Instituto Lula dinheiro a laranjas para que comprassem um sítio em Atibaia. A entidade recebeu propinas de empreiteiras e repassou cerca de R$ 1,3 milhão para a empresa G4 Entretenimento, pertencente a Fábio Luís, filho de Lula. A empresa tem como sócio ninguém menos que Fernando Bittar, o homem que comprou o sítio usado exclusivamente por Lula e sua família, por R$ 800 mil. Para o fisco, a transferência de recursos de Lula para o filho e seu sócio, sem a comprovação de nenhum serviço prestado foi uma forma clara de violar a condição de entidade sem fins lucrativos. A Receita Federal tascou-lhe uma multa de R$ 2 milhões pela falcatrua do “desvio de finalidade”.

As desculpas de Lula sobre seus "desvios de conduta" beiram as raias do absurdo. No entanto, pelo menos até o momento, o petista ainda não teve coragem de se pronunciar sobre a cobertura anexa ao seu outro apartamento em São Bernardo do Campo, também utilizado por ele e sua família. O imóvel foi comprado por um primo de seu amigo, José Carlos Bumlais, com dinheiro de propina repassado pela Odebrecht através de uma empresa de fachada.

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