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ex-BBB que cuspiu na cara de Bolsonaro afirma que "Não aceita ser punido por ser um homossexual"


O ex-BBB Jean Wyllys está inconformado com a possibilidade de ter seu mandato suspenso por 120 dias ou mesmo cassado por ter quebrado decoro parlamentar ao cuspir na cara do deputado Jair Bolsonaro.

O ex-BBB tentou desvirtuar o motivo de sua eventual punição ao afirmar que o motivo seria o fato de ser homossexual e não por ter reagido de forma destemperada contra seu adversário político. Cuspir no rosto de pessoas não é propriamente uma atitude de pessoas dignas, que dirá em pleno parlamento, diante de milhões de brasileiros que acompanhavam a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.


Jean Wyllys afirmou que não aceita ser punido por ser um homossexual, algo que não tem nenhuma relação com o fato, objeto do processo no Conselho de Ética da Câmara. O artigo publicado em sua coluna em um site petista mantido com dinheiro do contribuinte pelos governos do PT. O mesmo portal que serve de canal para o ex-BBB é investigado pela Polícia Federal por receber propina desviada da Petrobras.

"A homofobia é o motor último desse processo (aliás, a homofobia é tão desgraçada quanto o sexismo e o machismo). Se o parecer for aprovado (se o Conselho votar a favor desse relatório – eu espero que não!), vamos recorrer à Comissão de Constituição e Justiça. E se o meu mandato for suspenso pela Câmara, vamos recorrer ao STF e, se for necessário, à Corte Interamericana de Direitos Humanos, pois me recuso a acatar uma decisão dessas. Esse parlamento não pode me punir por eu ser o que sou.

Não aceito ser punido por ser um homossexual que ousou sair do lugar subalterno que a sociedade lhe reserva", afirma o ex-BBB.

Na avaliação de alguns parlamentares, Jean Wyllys não é "homem" nem para assumir seus erros e representa uma vergonha para os homossexuais. "Nem um gay pobre e sem instrução anda cuspindo na cara do trocador de ônibus. Que dizer de um parlamentar que age desta forma? Há outras alternativas mais elegantes e até mesmo legais de se responder a uma ofensa", afirmou um deputado.
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